segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Mais um assalto na região insegura do sudeste paraense


Basa Rondon é assaltado hoje e confirma a total ausência de segurança pública e segurança bancária

Mais um assalto a banco hoje na região, mais precisamente em Rondon do Pará, no Banco da Amazônia.Seis assaltantes chegaram na agência do BASA em Rondon às 8 horas, renderam a gerente, entraram no banco e fizeram todos os funcionários de reféns e levaram o dinheiro do cofre e dos caixas eletrônicos. Fizeram a limpa geral e fugiram.

Orientei os colegas bancários a emitrem a CAT - Comunicação por Acidente de Trabalho, a ao mesmo tempo em que  denuncia ser mínimo, quase inexistente o policiamento em Rondon do Pará. E que o banco da Amazônia não investe como deveria em segurança bancária, deixando os trabalhadores expostos a todo tipo de risco.

 Então, sem segurança pública e sem segurança bancária, os bancários e a população de Rondon estão inteiramente nas mãos da bandidagem.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Venda do Banpará?: Não passarão!



 * Por Vera Paoloni e Heidiany Katrine Moreno


Em 2008, o Brasil celebrou os 200 anos da chegada da corte portuguesa e a criação, por Dom João VI, da primeira instituição de crédito do país: o Banco do Brasil. Em outubro de 2011, o Pará celebrou os 50 anos do Banpará, uma das cinco instituições de crédito públicas estaduais remanescentes da privatização de 22 dos 27 bancos públicos do País na década de 90.

A história do Banpará é a crônica do sobressalto e da incerteza, mas atesta sobretudo a resistência de seus funcionários e a disposição de luta do povo do Pará para manter uma instituição que cumpre um papel importante para garantir crédito aos pequenos empreendedores e financiar o desenvolvimento do Estado, com forte atuação no microcrédito em todo o Pará, embora com pouca divulgação dessa importante atividade sócio-econômica.

O Banpará já enfrentou intervenção do Banco Central em 1987 e ameaça de privatização ou liquidação em 1998. Nessa última turbulência, o funcionalismo do banco abriu mão de 20% do salário durante um ano para assegurar que o banco se mantivesse público e sob controle do estado do Pará.

Sindicato dos Bancários e Associação dos Funcionários do Banpará, com o apoio da sociedade civil organizada, tiveram de ser engenhosos para livrar o Banpará da metralhadora giratória de FHC. Foi um tempo de desemprego e desespero para milhares de famílias bancárias. Tempo doloroso e cruel, mas as entidades sindicais bancárias, o funcionalismo e a sociedade resistiu e derrotamos no Pará o projeto neoliberal de FHC para os bancos públicos.

Mal começa 2012 e os jornais informam que o Banco do Brasil tem interesse em comprar o nosso Banpará. Pior! Dizem também que o governo do Pará está disposto a aceitar entre 600, 800 e 900 milhões de reais, uma bagatela por um patrimônio público capitalizado e forte, uma  alavanca à disposição da sociedade para financiar a produção e assegurar crédito para quem produz e gera emprego e renda. Dispensável lembrar o papel que as instituições públicas de crédito cumpriram no País para que pudéssemos mitigar os efeitos de crise financeira internacional em 1999, também no período FHC.

O fortalecimento do Banpará foi acentuado no governo do PT (2007 a 2010), mantendo-se em crescimento no ano passado e com muitas boas perspectivas para 2012, incluindo expansão da rede de agências e novos produtos à sociedade paraense. O interesse do BB nessa nova performance do Banpará é uma evidência desse sucesso. Faz parte da estratégia do  BB a incorporação de bancos, sobretudo os saudáveis, como já aconteceu com a Nossa Caixa, Nosso Banco, de São Paulo e o Besc, Banco do Estado de Santa Catarina.

Embora à primeira vista possa parecer um bom negócio, a incorporação do Banpará por um banco público, na real, é privatização, porque diminui o papel do estado em um setor estratégico e porque o Banco do Brasil, embora público, tem uma política de banco privado em que a meta de negócios é uma obsessão adoecedora, o que transforma o BB em dos campeões de assédio moral no sistema financeiro do país.

Não há razões técnicas ou administrativas que justifiquem a venda do Banpará. Desfazer-se de uma empresa lucrativa, que é um instrumento de crédito e desenvolvimento do povo do Pará, lembra em muito o que houve com a Celpa, que o estado repassou à iniciativa privada e hoje temos, no Pará, um dos piores sistemas de fornecimento de energia, apesar de contribuirmos com mais de 60% das receitas da empresa que explora o que era um serviço público. É o mesmo modelo que os que defendem privatizações querem para a Cosanpa, a companhia estadual responsável por água e saneamento no Pará. Temas que estão na pauta e na ordem o dia para o movimento sindical bancário e dos que compõem a Frente contra a Privatização do Pará. 
  
Vender o Banpará, seja para banco público ou banco privado, é uma atitude de lesa-sociedade, um atentado à soberania e um desrespeito ao povo do Pará, que disse sim no plebiscito para que o estado permanecesse grande e com capacidade de investimento, o que inclui uma instituição pública de crédito forte, enraizada e capitalizada para tocar o desenvolvimento do estado. O funcionalismo do banco e a sociedade paraense manterão a luta e a resistência a toda e qualquer atentado contra um patrimônio público do povo do Pará

Nessa nova ameaça à existência do Banpará, resistir e resistir é o nosso lema.

Venda do Banpará, privatização do estado? Não passarão!

Vera Paoloni é funci Banpará e diretora da FETEC-CN (Federação Centro-Norte dos Trabalhadores em Empresas de Crédito) e Heidiany Katrine Moreno é funci Banpará e diretora de Bancos Estaduais do Sindicato dos Bancários do Pará.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

SERÁ ESPECULAÇÃO OU O BANPARÁ ESTA MESMO A VENDA?

O jornal Diário do Pará de ontem, domingo 15/01/12 dá uma nota de capa e na principal coluna que está em curso a presumível venda do Banpará para o Banco do Brasil por 800 a 900 milhões de reais, uma bagatela em se tratando de um banco com presença em todo o Estado e uma excelente performance.

Vender o Banpará é um contransenso administrativo e um ataque político à luta do funcionalismo e da sociedade paraense, que optaram pagar 30 anos pela capitalização do Banpará, em 1998, ao invés de jogá-lo para a privatização ou liquidação. E o banco, como uma instituição pública, vem dando respostas positivas ao Pará (cresceu muito no governo Ana Júlia e continuou crescendo no 1º ano do governo Jatene.)


Então, vender pra quê. E por quê?

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Nova lei sobre trabalho a distância exigirá mudança na jurisprudência do TST

  
Com a sanção da Lei nº 12.551/2011, que alterou o artigo 6º da CLT e extinguiu a distinção entre o trabalho presencial, realizado no estabelecimento do empregador, e o trabalho a distância, executado no domicílio do empregado, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) deverá rever sua jurisprudência relativa ao tema do sobreaviso. 

Atualmente, a Súmula 428 não reconhece o uso de aparelhos de intercomunicação (telefone celular, BIP ou pager) como suficientes para caracterizar o sobreaviso: o entendimento, convertido em súmula em maio de 2011, é o de que o simples uso desses aparelhos não obriga o empregado a esperar em casa por algum chamado do empregador, e pode se deslocar normalmente até ser acionado.

Para o presidente do TST, ministro João Oreste Dalazen, a entrada em vigor da nova lei torna "inafastável" a revisão da Súmula 428, e adianta que pretende promover uma semana para que os 27 ministros da Corte discutam os vários aspectos envolvidos na nova realidade.

O que muda com a nova lei?

Dalazen - A lei passou a dizer que o trabalho realizado a distância é tempo de serviço. A meu juízo, é inafastável a revisão da súmula em face da superveniência da lei.

Qual o seu impacto, na ordem jurídica, decorrente dos avanços tecnológicos?

Dalazen - Embora a lei não contemple um regulamento do chamado teletrabalho ou dos serviços prestados a distância, ela diz que o fato de o serviço ser prestado a distância não impede a configuração da relação de emprego, desde que esse serviço seja controlado por meios telemáticos ou informatizados. Ou seja, ela equipara a ordem pessoal e direta do empregador ao controle realizado a distância.

Em que aspecto a jurisprudência atual foi superada pela nova legislação?

Dalazen - A Lei 12.551 afeta diretamente os casos em que o empregado, depois de encerrada a jornada, fica à disposição para atender um novo serviço para a empresa. A Súmula 428 não considerava esse tempo de espera como tempo de serviço, mas a lei o conta como tal. Com isso, a súmula se tornou incompatível e terá de ser reavaliada pelos ministros.

Além do teletrabalho, que outras questões deverão ser reavaliadas?

Dalazen - Não há dúvida de que o serviço prestado a distância pode configurar relação de emprego, mas como será nos casos em que um empregado não trabalhar a distância, mas permanecer à disposição do empregador, portando um celular? Será que esse empregado deve ser remunerado da mesma forma quando o serviço é prestado ininterruptamente? 

Nesses casos, teremos de considerar pelo menos três hipóteses. A primeira seria a de que o tempo à disposição da empresa deve ser remunerado como de sobreaviso. Se esse entendimento prevalecer, o trabalhador receberia pelo período, à equivalência de um terço do salário. A segunda hipótese seria a de considerar o tempo como hora normal de trabalho, e a terceira seria a de simplesmente não pagar por ele.

Além disso, o TST terá de estudar cada meio de comunicação (celular, pager, e-mail, telefone fixo, etc.) para definir quais deles podem ser utilizados para caracterizar o sobreaviso. Teremos de discutir vários meios eletrônicos, pois vamos ter vários processos sobre eles. Pretendo propor uma semana apenas para discutirmos esse tema no TST.


Fonte: TST

Parabéns a Caixa Econômica Federal.

"A Caixa Econômica Federal completa 151 anos de existência nesta quinta-feira, dia 12 de janeiro. Sua presença na história do Brasil e na vida dos brasileiros foi forjada em 1861, por meio do decreto nº 2.723, de criação da Caixa Econômica da Corte, assinado por dom Pedro II. 

"Parabéns à Caixa e parabéns aos bancários da Caixa - os empregados em atividade e os aposentados. 

"A empresa conta hoje com 2.261 agências (465 com penhor), 566 postos de atendimento bancário, 1.877 postos de atendimento eletrônico. Sua rede de atendimento, incluindo unidades lotéricas e correspondentes Caixa Aqui, a leva a 5.467 municípios brasileiros. Sua base de clientes atualmente é de mais de 51 milhões de pessoas, entre correntistas e poupadores de todas as faixas de renda. Os ativos consolidados ultrapassam R$ 380 bilhões. 

 A instituição consolidou-se como instrumento do desenvolvimento econômico e social, com atuação voltada especialmente para os segmentos de baixa renda. "A Caixa é o principal agente das políticas públicas do Estado brasileiro. Serve a todos os cidadãos com transferência de benefícios sociais, investimentos em habitação, saneamento e infraestrurura, poupança, empréstimos, gestão do FGTS, Programa de Integração Social (PIS), seguro-desemprego e crédito educativo, entre outros serviços e programas. 

"Essa inestimável contribuição ao país e à sua gente é e sempre foi sustentada por trabalhadores e trabalhadoras aguerridos, profundamente comprometidos com os desafios apresentados à empresa. Mas o gigantismo do esforço desprendido pelos bancários e bancárias nem sempre encontra correspondência nos salários e nas condições de trabalho e de saúde. 


segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Superitendência Regional da Caixa Econômica Federal já se faz presente em Marabá

Momento impar para a CAIXA em Marabá, implementado uma superintendência que cordenará 38 municipios da região, hoje a CAIXA tem 7 agências na região e pretende esta com 25 ate o 2013. Para o superintendente da CAIXA a mesma vai somar e auxiliar o desenvolvimento da região sul e sudestes do Pará. 

ato Solene com a presença do vice presidente Fábio Lenza, alguns superintendentes e autoridades locais que foram prestigiar esse novo momento para a Caixa Econômica Federal e para o municipio de Marabá. 



segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

APÓS 77 DIAS DE GREVE RESULTADO DO DISSIDIO DO BASA.

Estes são os tópicos principais da sentença do julgamento do dissídio do banco da Amazônia, ocorrido hoje à tarde em Brasília, no TST-Tribunal Superior do Trabalho, no 77º dia da greve:
  • Reajuste de 9% sobre todas as verbas salariais (Tabela de cargos, anuênios e quinquênios, auxilio creche, auxilio funeral, tíquete alimentação e função comissionada). Reajuste idêntico ao da categoria, em modo geral. Exceção é o Banpará que ficou com 10%;

  • Piso de ingresso de R$ 1.520,00 através de Verba de Complementação de caráter pessoal de R$ 154,40 a ser aplicada apenas para o salário do TB1 (do TB 2 em diante, aplica-se 9%). Este item, de forma idêntica, já havia sido apresentado em 18.10.2011;

  • Adiantamento de PLR no valor de R$ 500,00; Este item, de forma idêntica, já havia sido apresentado em 18.10.2011;

  • Manutenção das demais cláusulas do ACT 2009/2010.

  • Compensação integral dos dias parados, a contar de amanhã até 30 de abril de 2012 (2 horas/dia). Foi o ganho do processo judicial, pois no julgamento anterior (o do Dataprev), o mesmo TST e o mesmo relator determinaram desconto de 50% dos dias parados e compensação dos outros 50%. Se tivesse determinado o desconto dos dias parados para o funcionalismo do banco da Amazônia, poderia até enfraquecer futuros movimentos legítimos de resistência e greve.
  • Pagamento de abono no valor de R$ 330,00, a compensar o não-reajuste do plano de saúde.
  • Volta ao trabalho amanhã 13 de dezembro.
O julgamento contado no facebook da Articulação Bancária Pará

Muita gente assistiu pela internet o julgamento do dissídio. E também acompanhou a sessão em tempo real pelo facebook da Articulação Bancária, contado pelo diretor do Sindicato, Marco Aurélio Vaz dos Remédios, presente ao julgamento. Ele acompanhou a  presidenta do Sindicato, Rosalina Amorim e o vice-presidente, Serginho Trindade:

Começou o julgamento do dissídio do Banco da Amazônia no TST e em Brasília são agora 14 horas. O ministro relator Fernando Enzo indeferiu o pedido da Contec/Seeb Maranhão de manutenção dos 9% no plano de saúde e manteve o do banco. Deferiu 330,00 de abono e mandou compensar TODOS os dias da greve e que voltem ao trabalho amanhã. Indeferiu o pedido do plano de saúde. Presentes pela ContrafcUT o pte, Carlos Cordeiro, o vice Neemias Rodrigues e o secretário geral, Marcel.

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Fica assim o voto do relator no dissídio do Banco da Amazônia:
reajuste de 9% (igual ao conquistado pela categoria), sendo que o piso é de R$ 1.520,00 (apenas para o 1º nível da carreira, mais ou menos 200 bancários). PLR= 500,00 e abono de R$ 330,00. Compensação integral de 74 dos 77 dias de greve e retorno ao trabalho amanhã. Nenhum real no plano de saúde. Avaliação depois. Agora, apenas os fatos.

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O adv Marçal Marcelino falou no TST pelo Banco da Amazônia e era melhor que tivesse ficado calado. Pediu aos ministros o desconto integral dos dias parados e disse que o BASA teve um prejuízo de R$ 300 milhões com a greve. Depois do banco, foi a vez da sustentação oral dos advogados dos trabalhadores (ContrafCUt e Contec). Agora, começou a votação dos demais ministros.

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A votação agora dos ministros do TST. Min relator Enzo defende a compensação dos dias parados de amanhã até 17 de janeiro, 2 horas por dia. Min. Barros defende a compensação integral dos dias parados. Min. Walmir solicita o decsonto integral dos dias parados. No final da votação, a definição: compensação integral dos dias parados até 30 de abril de 2012

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

I Fórum da Invisibilidade Negra no Sistema Financeiro

Invisibilidade Negra em debate - E também nesta segunda, a partir das 14 horas, em Salvador, tem início o I Fórum da Invisibilidade Negra no Sistema Financeiro. O evento é coordenador pela ContrafCUT, sob a batuta da companheira Deise Recoaro.

Salvador foi escolhida por ser considerada como a Capital Negra com 80% da população negra. Só que nos bancos dificilmente se vê negros e negras no atendimento bancário. Situação que se repete em shopings e hotéis, segundo o movimento afrodescendente do país.

52% pretos e pardos -Dados do Censo 2010 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE) mostram que os pretos e pardos representam 52% da população brasileira. Apesar disso, são minorias dentro dos bancos e essa contagem foi feita pela ContrafCUT agência a agência, inicialmente.

Nos bancos, 81% dos bancários são brancos. Os restantes dividem-se entre negros e negras e ainda assim, esses 19% não são vistos nos trabalhos de atendimento ao público. A diferença se vê também na remuneração: negros recebem 84% do salário dos brancos.

Quem quiser assistir ao evento, pode acompanhar pelo site da ContrafCUT.

O cartaz da invisibilidade negra, preparado pela ContrafCUT e parceiros.

Deise Recoaro (no centro): trabalho militante e contínuo pela igualdade.


A programação do I Fórum de Invisibilidade Negra

28 e 29 de novembro 2011, Salvador- Bahia.
Local: Hotel Marazul - Av. Sete de Setembro, Nº 3937 - Barra, Salvador, Bahia

Dia 28: segunda-feira

12h - Credenciamento e às 14 h, abertura
14h - Representação das entidades organizadoras e autoridades


15h - Análise de conjuntura política das relações raciais no Brasil.
Com Angela Nascimento - Diretora de Programas SPAA/SEPPIR 
Professor Nilo Rosa - Pesquisador e Militante

17h20 - O Estatuto da Igualdade Racial e atuação de parlamentares no combate à discriminação.
Com João Jorge - Presidente do Olodum 
Deputado Federal Luiz Alberto PT/BA


Dia 29 - terça-feira

9h - A experiência da categoria bancária no combate à discriminação racial
Carlos Cordeiro, presidente da Contraf/CUT
Anhamona Silva Brito - Secretária de Políticas de Ações Afirmativas da SEPPIR
Representante da Febraban (a confirmar)


14h30 - Negociação de cláusulas de trabalho relativas à igualdade de gênero e raça 2007-2009 
Barbara Vallejos DIEESE subseção Contraf/CUT
Laura Benevides Pesquisas Sindicais do DIEESE


16h - Desafios e carta compromisso das entidades envolvidas
Lilian Arruda do Observatório Social
Julia Nogueira da CUT
Valmira Luiza da CTB 


17h30 - Encerramento

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

I PLENÁRIA PARA CONSTITUIÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE DEFESA DOS DIREITOS DA MULHER DE MARABÁ-COMDIM



Como tema mulheres ampliando a participação e fortalecendo o controle social, acontece hoje a eleição do conselho municipal de defesa dos direitos da mulher de Marabá, mais de trezentas mulheres estão reunidas nesse momento no auditorio da secretaria de saúde para discutirem o tema e por fim fazer a eleição.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Funcionários do Banpará aprovam a assinatura do acordo com algumas ressalvas que serão reivindicadas na justiça.

Hoje em assembléia a categoria do Banpará decidiu por assinar o acordo mesmo com pendências nas revisões e implantação das comissões e no impacto do reajuste no PCS, podendo assim encaminha-las para justiça, visto que o banco promenteu mas agora não quer fixas datas, os trabalhadores decidiram ir para esfera judical com esses pontos e garantir os avanços obtidos pela greve.

domingo, 20 de novembro de 2011

Hoje é dia da consciência negra, viva zumbi, viva a diversidade, viva as afro-brasileiros que lutam por mais igualdades

"Existe uma história do povo negro sem o Brasil,mas
 não existe uma história do Brasil sem o povo negro"
(Januário Garcia)




A presidenta da República, Dilma Rousseff, sancionou no último dia 10 de novembro, a Lei 12.519, que institui o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, a ser comemorado no dia 20 de novembro, data do falecimento do líder negro Zumbi dos Palmares.
O dia 20 de novembro já celebrava o Dia Nacional da Consciência Negra desde a segunda metade dos anos 1970, porém, com a recente sanção presidencial, a data passa a valorizar a memória do líder de Palmares, como símbolo de luta pela liberdade e pela dignidade do povo negro.
O Dia Nacional da Consciência Negra é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. Apesar do ponto alto da celebração coincidir com o dia da morte de Zumbi, a cada ano as atividades alusivas à data são expandidas ao longo do mês, ampliando os espaços dedicados à reflexão sobre a inserção dos afrodescendentes em diversas áreas: trabalho, educação, segurança, saúde, entre outros temas.
Neste Ano Internacional dos Afrodescendentes, instituído por resolução da Organização das Nações Unidas.
fonte: fundação palmares

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

consciência negra uma luta de todas as cores

Teremos hoje na UFPA uma programação que conteplará o dia da consciência negra com pintura de camisetas, exposição de telas, palestras e filmes do cinema negro, as atividades iniciaram pela manhã, no periodo da tarde terá exibição de filmes e as 19h palestra, não percam. Amanhã terá brecah cultural no São felix e no domingo arrastão na orla do rio Tocantins.

Nesta sexta (18), Contraf-CUT vai à Procuradoria da República para tratar do dissídio coletivo do Banco da Amazônia.



Hoje o banco da Amazônia completa 55 dias de greve sem julgamento do dissídio coletivo movido unilateralmente pelo Banco no Tribunal Superior do Trabalho, posto que o processo caminha a passos desesperadamente lentos a sua tramitação.
No início da tarde de segunda, a Contraf-CUT foi contatada pela subprocuradoria da República, na pessoa do subprocurador Otávio Brito, solicitando que a Confederação, Contec e Seeb-Maranhão (arrolados no processo), estejam no TST nesta sexta-feira, dia 18, às 14 horas, para conversar com o subprocurador, antes que este encaminhe seu parecer ao ministro relator do TST. Antes, no dia 16, o Banco da Amazônia irá até a Procuradoria Geral da República.
Esperamos que esta movimentação em Brasília seja para buscar uma saída a um impasse que já dura 49 dias e que poderia ter sido resolvido há muito mais tempo.

fonte:SEEB-PA

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

dia 02/12 será o lançamento do documentário "Araguaia campo sagrado"

Lançamento do Vídeo-Documentário "Araguaia Campo Sagrado", que traz relatos de camponeses, ex-mateiros e ex-soldados que testemunharam e foram vítimas das ações do exército durante o período da Guerrilha do Araguaia.

Sessão Subvercine - Campus Marabá -19h dia 02/12/11

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Prêmio João Canuto premiara dois paraenses

A advogada do Sindicato dos Bancários do Pará e militante de direitos humanos Mary Cohen é uma das premiadas no prêmio João Canuto, da ONG Humanos Direitos que tem a atriz Dira Paes como diretora geral.  O prêmio vai acontecer no Rio, dia 10 e oito pessoas serão premiadas. 
Dois paraenses serão premiados este ano: o bispo DomJosé Luís Azcona (que tem um belo trabalho com crianças e adolescentes que sofrem tráfico humano no Marajó. E por isso mesmo é um dos ameaçados de morte pelo combate ao tráfico humano) e Mary Cohen por ser uma militante voluntária dos direitos humanos na OAB nacional e também inetgrante do grupo do governo federal que combate o trabalho escravo.
Aline Sasahara, cineasta paulista formada pela ECA, produtora e diretora de de diversos documentário, inclusive de “Salve, Santo Antonio”, que se tornou uma ferramenta importante à disposição das famílias atingidas pela explosão de uma fábrica clandestina de fogos de artifício em Santo Antônio de Jesus (BA). O documentário auxiliou para que o Governo Brasileiro reconhecesse sua culpa e se dispusesse a negociar amigavelmente com o Movimento 11 de dezembro, formado pelos familiares dos moradores atingidos pela tragédia;
Associação Mineira do Ministério Público (AMMP-MG), entidade de classe dos promotores e procuradores de Justiça do Estado de Minas Gerais. Nestes poucos mais de cinquenta anos de existência, a Associação Mineira do Ministério Público destacou-se pela iniciativa e vanguarda e tornou-se modelo a todas entidades de classe congêneres do país, seja pelas gestões implantadas, pela estrutura humana e física disponível ou pelos benefícios oferecidos aos associados;
Cacá Diegues (RJ), cineasta, responsável pelo filme 5X Favela – Agora Por Nós Mesmos, ao lado de Celso Athayde e Renata Magalhães. Ajudou a fundar a CUFA. É um pensador da liberdade humana.
Débora Noal e Médicos Sem Fronteiras (SE),uma organização internacional não-governamental sem fins lucrativos que leva ajuda médica e humanitária a situações de emergência, em casos como conflitos armados, catástrofes naturais, epidemias, fome e exclusão social. É a maior organização não governamental de ajuda humanitária do mundo na área da saúde. Está presente no Brasil desde 1991. Dedica-se à vigilância epidemiológica e ao diagnóstico da doença de Chagas, assim como ao acesso universal ao tratamento de AIDS e formação de pessoal nas áreas de especialidade da organização;
Dom José Luís Azcona (PA) tem denunciado a violação dos direitos humanos contra mulheres, adolescentes e crianças no arquipélago da ilha do Marajó, no norte do Pará, e o tráfico humano. Como bispo acompanhante da Comissão Justiça e Paz da CNBB Norte 2, Dom Azcona fez denúncias sobre a situação alarmante de exploração sexual na região e cobra do poder público providências. Pela sua atuação, é ameaçado de morte.
José Carlos Medeiros Nunes (RJ), o padre Quinha, nasceu em Petrópolis, sacerdote diocesano, é incentivador do Grupo Assistencial SOS Vida e da Pastoral da Aids na diocese de Petrópolis e fundador da Associação Oficina de Jesus. Atua em favor dos menos favorecidos - doentes, encarcerados e dependentes químicos. Fundou a Associação para cuidar dos dependentes de álcool e drogas e a Associação  e fundou uma entidade de reciclagem, que gera renda para sustentar o acolhimento dos recuperados. Dá-lhes trabalho, visando a sua reinserção na sociedade.
 Marcos Palmeira (RJ), ator, sua ligação com o campo vem desde a infância e, hoje, além de um exemplar fazendeiro de alimentos orgânicos - sua propriedade é referência no Brasil, em agricultura orgânica e sustentável -, o ator é produtor de documentários indígenas.
Mary Lúcia Xavier Cohen(PA), advogada, integra a Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB, a Comissão Estadual de Erradicação ao Trabalho Escravo e Comissão Justiça e Paz e da CNBB Norte 2. Tem se destacado na defesa intransigente dos direitos humanos da população mais desfavorecida no estado paraense.
Parabéns a todos principalmente a Dra. Mary Cohen pela iniciativa e força de vontade em melhorar a igualdade de um Brasil ainda tão desigual.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

SEMINÁRIO: Amazônia: Interações entre o local e o global - identidade, território e desenvolvimento


SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE MARABÁ
FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DO ARAGUAIA-TOCANTINS


... ... "Nunca estaremos perdidos, ao contrário, venceremos,
se não tivermos desaprendido a aprender sempre"
(Rosa Luxemburgo)

SEMINÁRIO
Amazônia: Interações entre o local e o global - identidade, território e desenvolvimento

22 a 25/Nov/2011

Local: Auditório do Campus Universitário de Marabá

22/11/11 (terça-feira) – 18h30

Mesa de Aberttura: Profa. Hildete dos Anjos (Coord. do Campus Marabá), Prof. Wanderley Padilha (coord. do colegiado de Ciências Sociais), Celia Regina Congilio (Coordenação do evento).

22/11/11 (Quarta-feira) - 19h00

Conferência: Movimentos sociais, identidade e mudanças na América Latina
Prof. Pablo Regalsky (CEIDIS/CESU-UMSS/CENDA – Bolívia)
Coordenador: Prof. Cloves Barbosa (UFPA)

23/11/11 (Quarta-feira) - 19h00

Palestra: Mudança Social, Território e Identidade
Profa. Rosa Acevedo (UFPA - Belém)
Coordenador: Prof. Luis Saraiva (UFPA)

24/11/11 (Quinta-feira – 19h00

Mesa: Sindicalismo e Classes Sociais no Brasil Contemporâneo
Palestrantes: Profa. Paula Marcelino (USP-SP)
Coordenadora: Profa. Simone Contente (UFPA)

25/11/11 (Sexta-feira) – 19h00hs
Palestra: Estado e Dinâmicas de espacialização do capital
Palestrantes: Profa. Virginia Fontes (UFF-RJ)
Coordenadora : Profa. Edma Moreira (UFPA)

COMUNICAÇÕES

24/11/11 – 14h00 – 18h00 (GTs 1, 2 e 3).

25/11/11 – 14h00 – 18h00 (GTs.1, 2 e 3 ).

A ordem de apresentação será divulgada pelos respectivos coordenadores.

Encerramento – 25/11/11 – 22h00

Noite cultural: Seresteiros do Cabelo Seco

Primeiro bairro da cidade, nascida no encontro dos Rios Itacaiúnas e Tocantins, Cabelo Seco é uma área que necessita de cuidados, em virtude da ausência de políticas públicas e do abandono por parte dos poderes públicos. Por outro lado é também um local onde a diversidade das práticas culturais é apresentada como elemento de auto-identidade coletiva e expressa riquezas convidativas à aprendizagem e ao desenvolvimento intelectual.
Ali encontramos manifestações culturais de várias origens como o carimbó, as quadrilhas juninas, as festas do boi e do divino e antigos seresteiros que resgatam, através das suas músicas, não só a história local, mas expressões musicais que remetem ao encontro da cultura em gêneros difundidos pelas constantes interações entre o local e o global.

Inscrições:
1) Para quem estiver fora de Marabá:
- por Correio Eletrônico (Prof. Celia Regina Congilio – conborg@uol.com.br) – enviar recibo de depósito para inscrição e/ou trabalho a ser apresentado. Depósito: Banco do Brasil, Ag.0637-8; c/c: 57051-6.

2) Para os demais:
- enviar Comunicações para o Prof. Cloves Barbosa 2)(cloves.barbosa@uol.com.br) e fazer inscrições na Faculdade de Ciências Sociais, Campus de Marabá.

3) Prazos:
08/10/2011 a 15/11/2011 (com comunicações) – R$ 20,00
01/11/2011 a 20/11/2011 (sem comunicações) – R$ 10,00
Cota social para bolsistas IC, permanência e trabalho

Hoje faz 36 dias de greve no BASA e TST indefere liminar e declara não abusiva greve no Banco da Amazônia


Paralisação continua e bancários aguardam data do julgamento das questões econômicas


O Tribunal Superior do Trabalho (TST) indeferiu nesta sexta-feira (28) o pedido de liminar feito pelo Banco da Amazônia e declarou não abusiva a greve dos funcionários da instituição. Dessa forma, continua a paralisação dos trabalhadores, que já dura 32 dias.


Os bancários agora aguardam o agendamento pelo Tribunal da data do julgamento das questões econômicas. A decisão foi da ministra Maria Cristina Irigoyen Peduzzi, vice-presidente do TST.

Na quinta-feira (27), aconteceu a audiência de conciliação no TST sobre o dissídio coletivo ajuizado pelo Banco da Amazônia. A Contraf-CUT e as demais entidades sindicais tentaram avanços na proposta do banco, mas sem êxito.

O banco não avançou em nada em sua proposta aos trabalhadores. Não evoluiu no custeio do Plano de Saúde e nem mesmo no prazo para a conclusão do Plano de Cargo e Salários, duas das demandas dos bancários. O nome do ministro Fernando Eizo Ono como relator do dissídio coletivo suscitado pelo banco.

"Os trabalhadores repudiam a atitude do banco de querer colocar fim à greve na instituição por meio do dissídio coletivo e reafirmam a convicção de que as vias democráticas, que contemplam a negociação entre bancos e entidades sindicais durante a Campanha Nacional da categoria, são o melhor caminho para a valorização dos trabalhadores e do banco", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.

FONTE: Contraf-CUT

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Sem conciliação no TST, dissídio do BASA vai a julgamento. Categoria continua firme na greve

Acabou há pouco, em Brasília, a audiência de conciliação do dissídio ajuizado pelo banco da Amazônia entre o Tribunal Superior do Trabalho (TST). Mantendo a mesma intransigência, o BASA não alterou a proposta e acabou sem acordo a audiência.

O Banco da Amazônia, na pessoa do diretor Antonio Carlos, apresentou a mesma proposta já antecipada na ação do dissídio e a única novidade seria um estudo para avaliar reembolso no plano de saúde. A COntraf-CUT propôs implementar (ao invés de avaliar) e o banco não aceitou. Mantido o impasse, acaba a conciliação e vai a julgamento, que deve ocorrer na próxima semana. O ministro relator é Fernando Eizo Ono.

 A Contraf-CUT, na pessoa de seu presidente, Carlos Cordeiro, apresentou  propostas, mas o Banco da Amazônia manteve o tom da intransigência, a mesma que levou um processo negocial para dissídio.

Amanhã é o 32º dia de greve no Banco da Amazônia e hoje o Sindicato dos Bancários promoveu um ato público bem diferente, cheio de humor, com distribuição de abacaxis e bananas, além de praticar o tiro ao alvo num banner com o Fora Abidias!

Leia mais detalhes aqui.

Para saber da tramitação do processo, clique aqui.

Heládia, Heidiany, Marco Aurélio, Cristiane e mais atrás, a humorista.



Quem acertasse o alvo, ganhava um abacaxi. E a distribuição de banana foi geral durante o ato público.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Banpará faz 50 anos. Audiência de dissídio do BASA é nesta quinta 16 h. Greve completa 30 dias

A greve do funcionalismo do Banco da Amazônia completa hoje 30 dias e cada dia mais forte. O banco ajuizou dissídio no Tribubal Superior do Trabalho - TST e a audiência é amanhã 27, às 16 horas, em Brasília. A Contraf-CUT e o Sindicato dos Bancários do Pará estarão presentes na audiência.

Banpará - Completa 50 anos o banco do estado do Pará, um dos raroz bancos que sobreviveu à metralhadora giratória de FHC para reduzir o tamanho do Estado, a partir dos bancos públicos. A mesma metralhadora por pouco não liquida ou privatiza o banco da Amazônia e só a luta e a resistência do funcionalismo, entidades sindicais e o povo amazõnico tiraram de rota essa pretensão tucana.

O Arte Bancária parabeniza o funcionalismo do Banpará que tem na genética a luta, a valentia, a generosidade. Lutamos muito, resistimos sempre e continuamos avançando na conquista de nossos direitos.

Parabéns, Banpará! Longa vida a esse patrimônio do povo paraense! E que continuem de mãos dadas a capacidade de luta e unidade dos bancários e bancárias do nosso querido Banpará!

(A foto magistral é de David Alves e foi feita no 1º dia de greve bancária este ano, a 27 de setembro).

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

DEST recebe entidades sindicais do BASA nesta 4a-feira,19: em busca da solução para a greve

"Momento ímpar na agência Marabá, visto que aderiram à greve os novos e os antigos funcionários. Outras agências como Dom Eliseu,Redenção e Parauapebas utilização o mesmo modelo a partir de amanhã. Iremos permanecer firmes até que  o banco reconheça a importância do funcionário do BASA que está buscando valorização e emprego decentes". (Da diretora sindical Heidiany Katrine Moreno
 
 

Como foi a reunião em Brasília na busca de solucionar o impasse da greve no BASA

As entidades sindicais Contraf-CUT, Fetec-CUT/CN e Sindicato dos Bancários do Pará foram recebidas em audiência hoje pela manhã no DEST, em Brasília e em seguida na Câmara dos Deputados, com o deputado federal Cláudio Puty (PT-PA).

Com o DEST primeiro e depois com o deputado Cláudio Puty, as entidades sindicais mostraram claramente os pontos de impasse:

  • valorização do piso salarial,
  • antecipação de PLR, 
  • andamento do PCCS, 
  • isenção de tarifas, 
  • maior acesso do Quadro de Apoio às funções comissionadas,
  • valorização salarial dos TC’s, 
  • fim das terceirizações, 
  • maior participação do Banco da Amazônia no custeio do Plano de Saúde da CASF, 
  • efetivar a mesa permanente de negociação,
  • a regulamentação do pagamento do sobreaviso, 
  • a implantação do Ponto Eletrônico na vigência do novo acordo e 
  • o abono dos dias parados.

Todos os detalhes da viagem das entidades à Brasília na busca de caminhos para sair do impasse, aqui no site do Sindicato dos Bancários do Pará:

Dirigentes do Sindicato dos Bancários do Pará, da Contraf-CUT e da Fetec-CUT Centro Norte estiveram na manhã desta quarta-feira, 19 de outubro, em Brasília, para uma reunião com o DEST em busca de uma alternativa para solucionar o impasse em torno das negociações com o Banco da Amazônia, que hoje completou 23 dias em greve.

A comitiva sindical foi composta pela presidenta do Sindicato Rosalina Amorim; o vice-presidente da entidade e da Fetec-CUT/CN Sérgio Trindade e o diretor do Sindicato Marco Aurélio Vaz (estes também empregados do Banco da Amazônia); o vice-presidente da Contraf-CUT Neemias Rodrigues e o presidente da Fetec-CUT/CN José Avelino.

Os sindicalistas foram recebidos pelos representantes do DEST e expuseram as questões que estão dificultando o fechamento do acordo com o Banco da Amazônia, dentre elas a valorização do piso salarial, antecipação de PLR, andamento do PCCS, isenção de tarifas, maior acesso do quadro de apoio às funções comissionadas, valorização salarial dos TC’s, fim das terceirizações, maior participação do Banco da Amazônia no custeio do Plano de Saúde da CASF, efetivar a mesa permanente de negociação, a regulamentação do pagamento do sobreaviso, a implantação do Ponto Eletrônico na vigência do novo acordo e o abono dos dias parados.

Os representantes do DEST foram enfáticos ao afirmar que a reunião não tinha caráter de negociação, mas que estavam recebendo as entidades para ouvir as demandas que mantém o impasse nas negociações com o Banco da Amazônia.

Também afirmaram que não havia condições de fazer qualquer alteração na tabela do PCCS neste momento, enquanto a situação da CAPAF não for solucionada.

“Muitas dessas demandas que procuramos ponderar junto ao DEST não causam impacto econômico ao Banco da Amazônia, pois se tratam apenas de normatizações administrativas que podem muito bem ser pactuadas pelo Banco da Amazônia com as entidades sindicais em mesa de negociação”, afirma a presidenta do Sindicato, Rosalina Amorim.

“Entendemos que as reivindicações que apresentamos para o DEST dependem, tão somente, de vontade política da direção do Banco da Amazônia, já que a maioria das reivindicações não representam maior impacto econômico, muitas são de caráter administrativo, mas todas fundamentais para a valorização do funcionalismo do Banco como, por exemplo, o quadro de apoio concorrer aos processos seletivos”, complementa o vice-presidente do Sindicato e empregado do Banco da Amazônia, Sérgio Trindade.

Paralelo a esta reunião com o DEST, as entidades sindicais continuam trabalhando na busca de uma nova proposta a ser apresentada pelo Banco da Amazônia em mesa de negociação.

Dirigentes Sindicais reuniram com o deputado federal Claudio Puty (PT/PA) em busca de apoio no Congresso para a luta dos empregados do Banco da AmazôniaApoio no Congresso

Além da reunião com o DEST para uma solução nas negociações com o Banco da Amazônia, os dirigentes sindicais também procuraram apoio para a luta da categoria junto a parlamentares aliados dos trabalhadores no Congresso Nacional.

Nesse sentido, os representantes da categoria reuniram com o deputado federal Claudio Puty (PT/PA), atual presidente da Comissão de Tributação e Finanças da Câmara, o qual se comprometeu em dialogar diretamente com o presidente do Banco sobre as reivindicações dos trabalhadores apresentadas ao DEST.

Outra parlamentar que também deve fortalecer o coro da categoria bancária junto à direção do Banco da Amazônia é a deputada, ex-presidenta do Sindicato dos Bancários de Brasília, Érika Kokay (PT/DF). Ela reunirá com o presidente da Fetec-CUT/CN, José Avelino, no início da tarde de hoje, quando irá se inteirar sobre os impasses que impedem o fechamento do acordo com o Banco da Amazônia.

Greve continua

A orientação das entidades sindicais é a manutenção da greve no Banco da Amazônia nesta quinta-feira (20), com fortalecimento das mobilizações em todo o Estado, até que o banco apresente uma proposta que atenda de fato às reivindicações dos empregados e empregadas da instituição.

Fonte: Bancários PA