Blogs e redes sociais têm dado conta do recado de divulgar o livro que denuncia a monumental privataria tucana no governo FHC-Serra. É desse período a venda da Celpa, Vale e de 22 dos 27 bancos estaduais. Banpará escapou da sanha. Por enquanto, que o deus mecado e vontade tucana de tudo privatizar nunca dormem!
Sociologia, sindicalismo,Política, cidadania, cultura, arte, questões da mulher e direitos humanos e trabalhistas, entre outro temas da vida.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
AMANHÃ LANÇAMENTO DO LIVRO " A PRIVATARIA TUCANA " EM BELÉM.
A Privataria Tucana será lançado amanhã dia 2 no Sindicato dos Urbanitários e será transmitido ao vivo pelo site do sindicato.
E neste momento em que alguém discute (no calado, na surdina) a venda do Banpará,vem a Belém lançar o livro " A Privataria Tucana" o autor, jornalista Amaury Ribeiro Jr. Será nesta quinta-feira, 2 de fevereiro, às 18 horas, no valoroso Sindicato dos Urbanitários do Pará, às 18 horas. Haverá transmissão pela internet, via site dos urbanitários www.urbanitarios-pa.org.br
Embora as velhas mídias estejam em silêncio sobre a denúncia gigantesca contida no livro, já foram vendidos mais de 120 mil exemplares, está na 5ª edição e figura no topo da lista dos mais vendidos, na categoria de não-ficção.
Blogs e redes sociais têm dado conta do recado de divulgar o livro que denuncia a monumental privataria tucana no governo FHC-Serra. É desse período a venda da Celpa, Vale e de 22 dos 27 bancos estaduais. Banpará escapou da sanha. Por enquanto, que o deus mecado e vontade tucana de tudo privatizar nunca dormem!
Blogs e redes sociais têm dado conta do recado de divulgar o livro que denuncia a monumental privataria tucana no governo FHC-Serra. É desse período a venda da Celpa, Vale e de 22 dos 27 bancos estaduais. Banpará escapou da sanha. Por enquanto, que o deus mecado e vontade tucana de tudo privatizar nunca dormem!
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Mais um assalto na região insegura do sudeste paraense
Basa Rondon é assaltado hoje e confirma a total ausência de segurança pública e segurança bancária
Mais um assalto a banco hoje na região, mais precisamente em Rondon do Pará, no Banco da Amazônia.Seis assaltantes chegaram na agência do BASA em Rondon às 8 horas, renderam a gerente, entraram no banco e fizeram todos os funcionários de reféns e levaram o dinheiro do cofre e dos caixas eletrônicos. Fizeram a limpa geral e fugiram.
Orientei os colegas bancários a emitrem a CAT - Comunicação por Acidente de Trabalho, a ao mesmo tempo em que denuncia ser mínimo, quase inexistente o policiamento em Rondon do Pará. E que o banco da Amazônia não investe como deveria em segurança bancária, deixando os trabalhadores expostos a todo tipo de risco.
Então, sem segurança pública e sem segurança bancária, os bancários e a população de Rondon estão inteiramente nas mãos da bandidagem.
Orientei os colegas bancários a emitrem a CAT - Comunicação por Acidente de Trabalho, a ao mesmo tempo em que denuncia ser mínimo, quase inexistente o policiamento em Rondon do Pará. E que o banco da Amazônia não investe como deveria em segurança bancária, deixando os trabalhadores expostos a todo tipo de risco.
Então, sem segurança pública e sem segurança bancária, os bancários e a população de Rondon estão inteiramente nas mãos da bandidagem.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Venda do Banpará?: Não passarão!
* Por Vera Paoloni e Heidiany Katrine Moreno
Em 2008, o Brasil celebrou os 200 anos da chegada da corte portuguesa e a criação, por Dom João VI, da primeira instituição de crédito do país: o Banco do Brasil. Em outubro de 2011, o Pará celebrou os 50 anos do Banpará, uma das cinco instituições de crédito públicas estaduais remanescentes da privatização de 22 dos 27 bancos públicos do País na década de 90.
A história do Banpará é a crônica do sobressalto e da incerteza, mas atesta sobretudo a resistência de seus funcionários e a disposição de luta do povo do Pará para manter uma instituição que cumpre um papel importante para garantir crédito aos pequenos empreendedores e financiar o desenvolvimento do Estado, com forte atuação no microcrédito em todo o Pará, embora com pouca divulgação dessa importante atividade sócio-econômica.
O Banpará já enfrentou intervenção do Banco Central em 1987 e ameaça de privatização ou liquidação em 1998. Nessa última turbulência, o funcionalismo do banco abriu mão de 20% do salário durante um ano para assegurar que o banco se mantivesse público e sob controle do estado do Pará.
Sindicato dos Bancários e Associação dos Funcionários do Banpará, com o apoio da sociedade civil organizada, tiveram de ser engenhosos para livrar o Banpará da metralhadora giratória de FHC. Foi um tempo de desemprego e desespero para milhares de famílias bancárias. Tempo doloroso e cruel, mas as entidades sindicais bancárias, o funcionalismo e a sociedade resistiu e derrotamos no Pará o projeto neoliberal de FHC para os bancos públicos.
Mal começa 2012 e os jornais informam que o Banco do Brasil tem interesse em comprar o nosso Banpará. Pior! Dizem também que o governo do Pará está disposto a aceitar entre 600, 800 e 900 milhões de reais, uma bagatela por um patrimônio público capitalizado e forte, uma alavanca à disposição da sociedade para financiar a produção e assegurar crédito para quem produz e gera emprego e renda. Dispensável lembrar o papel que as instituições públicas de crédito cumpriram no País para que pudéssemos mitigar os efeitos de crise financeira internacional em 1999, também no período FHC.
O fortalecimento do Banpará foi acentuado no governo do PT (2007 a 2010), mantendo-se em crescimento no ano passado e com muitas boas perspectivas para 2012, incluindo expansão da rede de agências e novos produtos à sociedade paraense. O interesse do BB nessa nova performance do Banpará é uma evidência desse sucesso. Faz parte da estratégia do BB a incorporação de bancos, sobretudo os saudáveis, como já aconteceu com a Nossa Caixa, Nosso Banco, de São Paulo e o Besc, Banco do Estado de Santa Catarina.
Embora à primeira vista possa parecer um bom negócio, a incorporação do Banpará por um banco público, na real, é privatização, porque diminui o papel do estado em um setor estratégico e porque o Banco do Brasil, embora público, tem uma política de banco privado em que a meta de negócios é uma obsessão adoecedora, o que transforma o BB em dos campeões de assédio moral no sistema financeiro do país.
Não há razões técnicas ou administrativas que justifiquem a venda do Banpará. Desfazer-se de uma empresa lucrativa, que é um instrumento de crédito e desenvolvimento do povo do Pará, lembra em muito o que houve com a Celpa, que o estado repassou à iniciativa privada e hoje temos, no Pará, um dos piores sistemas de fornecimento de energia, apesar de contribuirmos com mais de 60% das receitas da empresa que explora o que era um serviço público. É o mesmo modelo que os que defendem privatizações querem para a Cosanpa, a companhia estadual responsável por água e saneamento no Pará. Temas que estão na pauta e na ordem o dia para o movimento sindical bancário e dos que compõem a Frente contra a Privatização do Pará.
Vender o Banpará, seja para banco público ou banco privado, é uma atitude de lesa-sociedade, um atentado à soberania e um desrespeito ao povo do Pará, que disse sim no plebiscito para que o estado permanecesse grande e com capacidade de investimento, o que inclui uma instituição pública de crédito forte, enraizada e capitalizada para tocar o desenvolvimento do estado. O funcionalismo do banco e a sociedade paraense manterão a luta e a resistência a toda e qualquer atentado contra um patrimônio público do povo do Pará
Nessa nova ameaça à existência do Banpará, resistir e resistir é o nosso lema.
Venda do Banpará, privatização do estado? Não passarão!
* Vera Paoloni é funci Banpará e diretora da FETEC-CN (Federação Centro-Norte dos Trabalhadores em Empresas de Crédito) e Heidiany Katrine Moreno é funci Banpará e diretora de Bancos Estaduais do Sindicato dos Bancários do Pará.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
SERÁ ESPECULAÇÃO OU O BANPARÁ ESTA MESMO A VENDA?
O jornal Diário do Pará de ontem, domingo 15/01/12 dá
uma nota de capa e na principal coluna que está em curso a presumível
venda do Banpará para o Banco do Brasil por 800
a 900 milhões de reais, uma bagatela em se tratando de um banco com
presença em todo o Estado e uma excelente performance.
Vender o Banpará é um contransenso administrativo e um ataque político à luta do funcionalismo e da sociedade paraense, que optaram pagar 30 anos pela capitalização do Banpará, em 1998, ao invés de jogá-lo para a privatização ou liquidação. E o banco, como uma instituição pública, vem dando respostas positivas ao Pará (cresceu muito no governo Ana Júlia e continuou crescendo no 1º ano do governo Jatene.)
Vender o Banpará é um contransenso administrativo e um ataque político à luta do funcionalismo e da sociedade paraense, que optaram pagar 30 anos pela capitalização do Banpará, em 1998, ao invés de jogá-lo para a privatização ou liquidação. E o banco, como uma instituição pública, vem dando respostas positivas ao Pará (cresceu muito no governo Ana Júlia e continuou crescendo no 1º ano do governo Jatene.)
Então, vender pra quê. E por quê?
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Nova lei sobre trabalho a distância exigirá mudança na jurisprudência do TST
Com a sanção da Lei nº 12.551/2011, que alterou o artigo 6º da CLT e extinguiu a distinção entre o trabalho presencial, realizado no estabelecimento do empregador, e o trabalho a distância, executado no domicílio do empregado, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) deverá rever sua jurisprudência relativa ao tema do sobreaviso.
Atualmente, a Súmula 428 não reconhece o uso de aparelhos de intercomunicação (telefone celular, BIP ou pager) como suficientes para caracterizar o sobreaviso: o entendimento, convertido em súmula em maio de 2011, é o de que o simples uso desses aparelhos não obriga o empregado a esperar em casa por algum chamado do empregador, e pode se deslocar normalmente até ser acionado.
Para o presidente do TST, ministro João Oreste Dalazen, a entrada em vigor da nova lei torna "inafastável" a revisão da Súmula 428, e adianta que pretende promover uma semana para que os 27 ministros da Corte discutam os vários aspectos envolvidos na nova realidade.
O que muda com a nova lei?
Dalazen - A lei passou a dizer que o trabalho realizado a distância é tempo de serviço. A meu juízo, é inafastável a revisão da súmula em face da superveniência da lei.
Qual o seu impacto, na ordem jurídica, decorrente dos avanços tecnológicos?
Dalazen - Embora a lei não contemple um regulamento do chamado teletrabalho ou dos serviços prestados a distância, ela diz que o fato de o serviço ser prestado a distância não impede a configuração da relação de emprego, desde que esse serviço seja controlado por meios telemáticos ou informatizados. Ou seja, ela equipara a ordem pessoal e direta do empregador ao controle realizado a distância.
Em que aspecto a jurisprudência atual foi superada pela nova legislação?
Dalazen - A Lei 12.551 afeta diretamente os casos em que o empregado, depois de encerrada a jornada, fica à disposição para atender um novo serviço para a empresa. A Súmula 428 não considerava esse tempo de espera como tempo de serviço, mas a lei o conta como tal. Com isso, a súmula se tornou incompatível e terá de ser reavaliada pelos ministros.
Além do teletrabalho, que outras questões deverão ser reavaliadas?
Dalazen - Não há dúvida de que o serviço prestado a distância pode configurar relação de emprego, mas como será nos casos em que um empregado não trabalhar a distância, mas permanecer à disposição do empregador, portando um celular? Será que esse empregado deve ser remunerado da mesma forma quando o serviço é prestado ininterruptamente?
Nesses casos, teremos de considerar pelo menos três hipóteses. A primeira seria a de que o tempo à disposição da empresa deve ser remunerado como de sobreaviso. Se esse entendimento prevalecer, o trabalhador receberia pelo período, à equivalência de um terço do salário. A segunda hipótese seria a de considerar o tempo como hora normal de trabalho, e a terceira seria a de simplesmente não pagar por ele.
Além disso, o TST terá de estudar cada meio de comunicação (celular, pager, e-mail, telefone fixo, etc.) para definir quais deles podem ser utilizados para caracterizar o sobreaviso. Teremos de discutir vários meios eletrônicos, pois vamos ter vários processos sobre eles. Pretendo propor uma semana apenas para discutirmos esse tema no TST.
Fonte: TST
Parabéns a Caixa Econômica Federal.
"A Caixa Econômica Federal completa 151 anos de existência nesta quinta-feira, dia 12 de janeiro. Sua presença na história do Brasil e na vida dos brasileiros foi forjada em 1861, por meio do decreto nº 2.723, de criação da Caixa Econômica da Corte, assinado por dom Pedro II.
"Parabéns à Caixa e parabéns aos bancários da Caixa - os empregados em atividade e os aposentados.
"A empresa conta hoje com 2.261 agências (465 com penhor), 566 postos de atendimento bancário, 1.877 postos de atendimento eletrônico. Sua rede de atendimento, incluindo unidades lotéricas e correspondentes Caixa Aqui, a leva a 5.467 municípios brasileiros. Sua base de clientes atualmente é de mais de 51 milhões de pessoas, entre correntistas e poupadores de todas as faixas de renda. Os ativos consolidados ultrapassam R$ 380 bilhões.
A instituição consolidou-se como instrumento do desenvolvimento econômico e social, com atuação voltada especialmente para os segmentos de baixa renda. "A Caixa é o principal agente das políticas públicas do Estado brasileiro. Serve a todos os cidadãos com transferência de benefícios sociais, investimentos em habitação, saneamento e infraestrurura, poupança, empréstimos, gestão do FGTS, Programa de Integração Social (PIS), seguro-desemprego e crédito educativo, entre outros serviços e programas.
"Essa inestimável contribuição ao país e à sua gente é e sempre foi sustentada por trabalhadores e trabalhadoras aguerridos, profundamente comprometidos com os desafios apresentados à empresa. Mas o gigantismo do esforço desprendido pelos bancários e bancárias nem sempre encontra correspondência nos salários e nas condições de trabalho e de saúde.
"Parabéns à Caixa e parabéns aos bancários da Caixa - os empregados em atividade e os aposentados.
"A empresa conta hoje com 2.261 agências (465 com penhor), 566 postos de atendimento bancário, 1.877 postos de atendimento eletrônico. Sua rede de atendimento, incluindo unidades lotéricas e correspondentes Caixa Aqui, a leva a 5.467 municípios brasileiros. Sua base de clientes atualmente é de mais de 51 milhões de pessoas, entre correntistas e poupadores de todas as faixas de renda. Os ativos consolidados ultrapassam R$ 380 bilhões.
A instituição consolidou-se como instrumento do desenvolvimento econômico e social, com atuação voltada especialmente para os segmentos de baixa renda. "A Caixa é o principal agente das políticas públicas do Estado brasileiro. Serve a todos os cidadãos com transferência de benefícios sociais, investimentos em habitação, saneamento e infraestrurura, poupança, empréstimos, gestão do FGTS, Programa de Integração Social (PIS), seguro-desemprego e crédito educativo, entre outros serviços e programas.
"Essa inestimável contribuição ao país e à sua gente é e sempre foi sustentada por trabalhadores e trabalhadoras aguerridos, profundamente comprometidos com os desafios apresentados à empresa. Mas o gigantismo do esforço desprendido pelos bancários e bancárias nem sempre encontra correspondência nos salários e nas condições de trabalho e de saúde.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Superitendência Regional da Caixa Econômica Federal já se faz presente em Marabá
Momento impar para a CAIXA em Marabá, implementado uma superintendência que cordenará 38 municipios da região, hoje a CAIXA tem 7 agências na região e pretende esta com 25 ate o 2013. Para o superintendente da CAIXA a mesma vai somar e auxiliar o desenvolvimento da região sul e sudestes do Pará.
ato Solene com a presença do vice presidente Fábio Lenza, alguns superintendentes e autoridades locais que foram prestigiar esse novo momento para a Caixa Econômica Federal e para o municipio de Marabá.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
APÓS 77 DIAS DE GREVE RESULTADO DO DISSIDIO DO BASA.
Estes são os tópicos principais da sentença do julgamento do dissídio do banco da Amazônia, ocorrido hoje à tarde em Brasília, no TST-Tribunal Superior do Trabalho, no 77º dia da greve:
Muita gente assistiu pela internet o julgamento do dissídio. E também acompanhou a sessão em tempo real pelo facebook da Articulação Bancária, contado pelo diretor do Sindicato, Marco Aurélio Vaz dos Remédios, presente ao julgamento. Ele acompanhou a presidenta do Sindicato, Rosalina Amorim e o vice-presidente, Serginho Trindade:
Começou o julgamento do dissídio do Banco da Amazônia no TST e em Brasília são agora 14 horas. O ministro relator Fernando Enzo indeferiu o pedido da Contec/Seeb Maranhão de manutenção dos 9% no plano de saúde e manteve o do banco. Deferiu 330,00 de abono e mandou compensar TODOS os dias da greve e que voltem ao trabalho amanhã. Indeferiu o pedido do plano de saúde. Presentes pela ContrafcUT o pte, Carlos Cordeiro, o vice Neemias Rodrigues e o secretário geral, Marcel.
==
Fica assim o voto do relator no dissídio do Banco da Amazônia:
reajuste de 9% (igual ao conquistado pela categoria), sendo que o piso é de R$ 1.520,00 (apenas para o 1º nível da carreira, mais ou menos 200 bancários). PLR= 500,00 e abono de R$ 330,00. Compensação integral de 74 dos 77 dias de greve e retorno ao trabalho amanhã. Nenhum real no plano de saúde. Avaliação depois. Agora, apenas os fatos.
==
O adv Marçal Marcelino falou no TST pelo Banco da Amazônia e era melhor que tivesse ficado calado. Pediu aos ministros o desconto integral dos dias parados e disse que o BASA teve um prejuízo de R$ 300 milhões com a greve. Depois do banco, foi a vez da sustentação oral dos advogados dos trabalhadores (ContrafCUt e Contec). Agora, começou a votação dos demais ministros.
==
A votação agora dos ministros do TST. Min relator Enzo defende a compensação dos dias parados de amanhã até 17 de janeiro, 2 horas por dia. Min. Barros defende a compensação integral dos dias parados. Min. Walmir solicita o decsonto integral dos dias parados. No final da votação, a definição: compensação integral dos dias parados até 30 de abril de 2012
- Reajuste de 9% sobre todas as verbas salariais (Tabela de cargos, anuênios e quinquênios, auxilio creche, auxilio funeral, tíquete alimentação e função comissionada). Reajuste idêntico ao da categoria, em modo geral. Exceção é o Banpará que ficou com 10%;
- Piso de ingresso de R$ 1.520,00 através de Verba de Complementação de caráter pessoal de R$ 154,40 a ser aplicada apenas para o salário do TB1 (do TB 2 em diante, aplica-se 9%). Este item, de forma idêntica, já havia sido apresentado em 18.10.2011;
- Adiantamento de PLR no valor de R$ 500,00; Este item, de forma idêntica, já havia sido apresentado em 18.10.2011;
- Manutenção das demais cláusulas do ACT 2009/2010.
- Compensação integral dos dias parados, a contar de amanhã até 30 de abril de 2012 (2 horas/dia). Foi o ganho do processo judicial, pois no julgamento anterior (o do Dataprev), o mesmo TST e o mesmo relator determinaram desconto de 50% dos dias parados e compensação dos outros 50%. Se tivesse determinado o desconto dos dias parados para o funcionalismo do banco da Amazônia, poderia até enfraquecer futuros movimentos legítimos de resistência e greve.
- Pagamento de abono no valor de R$ 330,00, a compensar o não-reajuste do plano de saúde.
- Volta ao trabalho amanhã 13 de dezembro.
Muita gente assistiu pela internet o julgamento do dissídio. E também acompanhou a sessão em tempo real pelo facebook da Articulação Bancária, contado pelo diretor do Sindicato, Marco Aurélio Vaz dos Remédios, presente ao julgamento. Ele acompanhou a presidenta do Sindicato, Rosalina Amorim e o vice-presidente, Serginho Trindade:
Começou o julgamento do dissídio do Banco da Amazônia no TST e em Brasília são agora 14 horas. O ministro relator Fernando Enzo indeferiu o pedido da Contec/Seeb Maranhão de manutenção dos 9% no plano de saúde e manteve o do banco. Deferiu 330,00 de abono e mandou compensar TODOS os dias da greve e que voltem ao trabalho amanhã. Indeferiu o pedido do plano de saúde. Presentes pela ContrafcUT o pte, Carlos Cordeiro, o vice Neemias Rodrigues e o secretário geral, Marcel. ==
Fica assim o voto do relator no dissídio do Banco da Amazônia:
reajuste de 9% (igual ao conquistado pela categoria), sendo que o piso é de R$ 1.520,00 (apenas para o 1º nível da carreira, mais ou menos 200 bancários). PLR= 500,00 e abono de R$ 330,00. Compensação integral de 74 dos 77 dias de greve e retorno ao trabalho amanhã. Nenhum real no plano de saúde. Avaliação depois. Agora, apenas os fatos.
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O adv Marçal Marcelino falou no TST pelo Banco da Amazônia e era melhor que tivesse ficado calado. Pediu aos ministros o desconto integral dos dias parados e disse que o BASA teve um prejuízo de R$ 300 milhões com a greve. Depois do banco, foi a vez da sustentação oral dos advogados dos trabalhadores (ContrafCUt e Contec). Agora, começou a votação dos demais ministros.
==
A votação agora dos ministros do TST. Min relator Enzo defende a compensação dos dias parados de amanhã até 17 de janeiro, 2 horas por dia. Min. Barros defende a compensação integral dos dias parados. Min. Walmir solicita o decsonto integral dos dias parados. No final da votação, a definição: compensação integral dos dias parados até 30 de abril de 2012
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
I Fórum da Invisibilidade Negra no Sistema Financeiro
Invisibilidade Negra em debate - E também nesta segunda, a partir das 14 horas, em Salvador, tem início o I Fórum da Invisibilidade Negra no Sistema Financeiro. O evento é coordenador pela ContrafCUT, sob a batuta da companheira Deise Recoaro.
Salvador foi escolhida por ser considerada como a Capital Negra com 80% da população negra. Só que nos bancos dificilmente se vê negros e negras no atendimento bancário. Situação que se repete em shopings e hotéis, segundo o movimento afrodescendente do país.
52% pretos e pardos -Dados do Censo 2010 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE) mostram que os pretos e pardos representam 52% da população brasileira. Apesar disso, são minorias dentro dos bancos e essa contagem foi feita pela ContrafCUT agência a agência, inicialmente.
Nos bancos, 81% dos bancários são brancos. Os restantes dividem-se entre negros e negras e ainda assim, esses 19% não são vistos nos trabalhos de atendimento ao público. A diferença se vê também na remuneração: negros recebem 84% do salário dos brancos.
Quem quiser assistir ao evento, pode acompanhar pelo site da ContrafCUT.
O cartaz da invisibilidade negra, preparado pela ContrafCUT e parceiros.
Deise Recoaro (no centro): trabalho militante e contínuo pela igualdade.
A programação do I Fórum de Invisibilidade Negra
28 e 29 de novembro 2011, Salvador- Bahia.
Local: Hotel Marazul - Av. Sete de Setembro, Nº 3937 - Barra, Salvador, Bahia
Dia 28: segunda-feira
12h - Credenciamento e às 14 h, abertura
14h - Representação das entidades organizadoras e autoridades
15h - Análise de conjuntura política das relações raciais no Brasil.
Com Angela Nascimento - Diretora de Programas SPAA/SEPPIR
Professor Nilo Rosa - Pesquisador e Militante
17h20 - O Estatuto da Igualdade Racial e atuação de parlamentares no combate à discriminação.
Com João Jorge - Presidente do Olodum
Deputado Federal Luiz Alberto PT/BA
Dia 29 - terça-feira
9h - A experiência da categoria bancária no combate à discriminação racial
Carlos Cordeiro, presidente da Contraf/CUT
Anhamona Silva Brito - Secretária de Políticas de Ações Afirmativas da SEPPIR
Representante da Febraban (a confirmar)
14h30 - Negociação de cláusulas de trabalho relativas à igualdade de gênero e raça 2007-2009
Barbara Vallejos DIEESE subseção Contraf/CUT
Laura Benevides Pesquisas Sindicais do DIEESE
16h - Desafios e carta compromisso das entidades envolvidas
Lilian Arruda do Observatório Social
Julia Nogueira da CUT
Valmira Luiza da CTB
17h30 - Encerramento
Salvador foi escolhida por ser considerada como a Capital Negra com 80% da população negra. Só que nos bancos dificilmente se vê negros e negras no atendimento bancário. Situação que se repete em shopings e hotéis, segundo o movimento afrodescendente do país.
52% pretos e pardos -Dados do Censo 2010 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE) mostram que os pretos e pardos representam 52% da população brasileira. Apesar disso, são minorias dentro dos bancos e essa contagem foi feita pela ContrafCUT agência a agência, inicialmente.
Nos bancos, 81% dos bancários são brancos. Os restantes dividem-se entre negros e negras e ainda assim, esses 19% não são vistos nos trabalhos de atendimento ao público. A diferença se vê também na remuneração: negros recebem 84% do salário dos brancos.
Quem quiser assistir ao evento, pode acompanhar pelo site da ContrafCUT.
O cartaz da invisibilidade negra, preparado pela ContrafCUT e parceiros.
A programação do I Fórum de Invisibilidade Negra
28 e 29 de novembro 2011, Salvador- Bahia.
Local: Hotel Marazul - Av. Sete de Setembro, Nº 3937 - Barra, Salvador, Bahia
Dia 28: segunda-feira
12h - Credenciamento e às 14 h, abertura
14h - Representação das entidades organizadoras e autoridades
15h - Análise de conjuntura política das relações raciais no Brasil.
Com Angela Nascimento - Diretora de Programas SPAA/SEPPIR
Professor Nilo Rosa - Pesquisador e Militante
17h20 - O Estatuto da Igualdade Racial e atuação de parlamentares no combate à discriminação.
Com João Jorge - Presidente do Olodum
Deputado Federal Luiz Alberto PT/BA
Dia 29 - terça-feira
9h - A experiência da categoria bancária no combate à discriminação racial
Carlos Cordeiro, presidente da Contraf/CUT
Anhamona Silva Brito - Secretária de Políticas de Ações Afirmativas da SEPPIR
Representante da Febraban (a confirmar)
14h30 - Negociação de cláusulas de trabalho relativas à igualdade de gênero e raça 2007-2009
Barbara Vallejos DIEESE subseção Contraf/CUT
Laura Benevides Pesquisas Sindicais do DIEESE
16h - Desafios e carta compromisso das entidades envolvidas
Lilian Arruda do Observatório Social
Julia Nogueira da CUT
Valmira Luiza da CTB
17h30 - Encerramento
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
I PLENÁRIA PARA CONSTITUIÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE DEFESA DOS DIREITOS DA MULHER DE MARABÁ-COMDIM
Como tema mulheres ampliando a participação e fortalecendo o controle social, acontece hoje a eleição do conselho municipal de defesa dos direitos da mulher de Marabá, mais de trezentas mulheres estão reunidas nesse momento no auditorio da secretaria de saúde para discutirem o tema e por fim fazer a eleição.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Funcionários do Banpará aprovam a assinatura do acordo com algumas ressalvas que serão reivindicadas na justiça.
Hoje em assembléia a categoria do Banpará decidiu por assinar o acordo mesmo com pendências nas revisões e implantação das comissões e no impacto do reajuste no PCS, podendo assim encaminha-las para justiça, visto que o banco promenteu mas agora não quer fixas datas, os trabalhadores decidiram ir para esfera judical com esses pontos e garantir os avanços obtidos pela greve.
domingo, 20 de novembro de 2011
Hoje é dia da consciência negra, viva zumbi, viva a diversidade, viva as afro-brasileiros que lutam por mais igualdades
"Existe uma história do povo negro sem o Brasil,mas
não existe uma história do Brasil sem o povo negro"
(Januário Garcia)
A presidenta da República, Dilma Rousseff, sancionou no último dia 10 de novembro, a Lei 12.519, que institui o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, a ser comemorado no dia 20 de novembro, data do falecimento do líder negro Zumbi dos Palmares.
O dia 20 de novembro já celebrava o Dia Nacional da Consciência Negra desde a segunda metade dos anos 1970, porém, com a recente sanção presidencial, a data passa a valorizar a memória do líder de Palmares, como símbolo de luta pela liberdade e pela dignidade do povo negro.
O Dia Nacional da Consciência Negra é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. Apesar do ponto alto da celebração coincidir com o dia da morte de Zumbi, a cada ano as atividades alusivas à data são expandidas ao longo do mês, ampliando os espaços dedicados à reflexão sobre a inserção dos afrodescendentes em diversas áreas: trabalho, educação, segurança, saúde, entre outros temas.
Neste Ano Internacional dos Afrodescendentes, instituído por resolução da Organização das Nações Unidas.
fonte: fundação palmares
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
consciência negra uma luta de todas as cores
Teremos hoje na UFPA uma programação que conteplará o dia da consciência negra com pintura de camisetas, exposição de telas, palestras e filmes do cinema negro, as atividades iniciaram pela manhã, no periodo da tarde terá exibição de filmes e as 19h palestra, não percam. Amanhã terá brecah cultural no São felix e no domingo arrastão na orla do rio Tocantins.
Nesta sexta (18), Contraf-CUT vai à Procuradoria da República para tratar do dissídio coletivo do Banco da Amazônia.
Hoje o banco da Amazônia completa 55 dias de greve sem julgamento do dissídio coletivo movido unilateralmente pelo Banco no Tribunal Superior do Trabalho, posto que o processo caminha a passos desesperadamente lentos a sua tramitação.
No início da tarde de segunda, a Contraf-CUT foi contatada pela subprocuradoria da República, na pessoa do subprocurador Otávio Brito, solicitando que a Confederação, Contec e Seeb-Maranhão (arrolados no processo), estejam no TST nesta sexta-feira, dia 18, às 14 horas, para conversar com o subprocurador, antes que este encaminhe seu parecer ao ministro relator do TST. Antes, no dia 16, o Banco da Amazônia irá até a Procuradoria Geral da República.
Esperamos que esta movimentação em Brasília seja para buscar uma saída a um impasse que já dura 49 dias e que poderia ter sido resolvido há muito mais tempo.
fonte:SEEB-PA
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
dia 02/12 será o lançamento do documentário "Araguaia campo sagrado"
Lançamento do Vídeo-Documentário "Araguaia Campo Sagrado", que traz relatos de camponeses, ex-mateiros e ex-soldados que testemunharam e foram vítimas das ações do exército durante o período da Guerrilha do Araguaia.
Sessão Subvercine - Campus Marabá -19h dia 02/12/11
Sessão Subvercine - Campus Marabá -19h dia 02/12/11
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Prêmio João Canuto premiara dois paraenses
A advogada do Sindicato dos Bancários do Pará e militante de direitos humanos Mary Cohen é uma das premiadas no prêmio João Canuto, da ONG Humanos Direitos que tem a atriz Dira Paes como diretora geral. O prêmio vai acontecer no Rio, dia 10 e oito pessoas serão premiadas.
Dois paraenses serão premiados este ano: o bispo DomJosé Luís Azcona (que tem um belo trabalho com crianças e adolescentes que sofrem tráfico humano no Marajó. E por isso mesmo é um dos ameaçados de morte pelo combate ao tráfico humano) e Mary Cohen por ser uma militante voluntária dos direitos humanos na OAB nacional e também inetgrante do grupo do governo federal que combate o trabalho escravo.
Aline Sasahara, cineasta paulista formada pela ECA, produtora e diretora de de diversos documentário, inclusive de “Salve, Santo Antonio”, que se tornou uma ferramenta importante à disposição das famílias atingidas pela explosão de uma fábrica clandestina de fogos de artifício em Santo Antônio de Jesus (BA). O documentário auxiliou para que o Governo Brasileiro reconhecesse sua culpa e se dispusesse a negociar amigavelmente com o Movimento 11 de dezembro, formado pelos familiares dos moradores atingidos pela tragédia;
Associação Mineira do Ministério Público (AMMP-MG), entidade de classe dos promotores e procuradores de Justiça do Estado de Minas Gerais. Nestes poucos mais de cinquenta anos de existência, a Associação Mineira do Ministério Público destacou-se pela iniciativa e vanguarda e tornou-se modelo a todas entidades de classe congêneres do país, seja pelas gestões implantadas, pela estrutura humana e física disponível ou pelos benefícios oferecidos aos associados;
Cacá Diegues (RJ), cineasta, responsável pelo filme 5X Favela – Agora Por Nós Mesmos, ao lado de Celso Athayde e Renata Magalhães. Ajudou a fundar a CUFA. É um pensador da liberdade humana.
Débora Noal e Médicos Sem Fronteiras (SE),uma organização internacional não-governamental sem fins lucrativos que leva ajuda médica e humanitária a situações de emergência, em casos como conflitos armados, catástrofes naturais, epidemias, fome e exclusão social. É a maior organização não governamental de ajuda humanitária do mundo na área da saúde. Está presente no Brasil desde 1991. Dedica-se à vigilância epidemiológica e ao diagnóstico da doença de Chagas, assim como ao acesso universal ao tratamento de AIDS e formação de pessoal nas áreas de especialidade da organização;
Dom José Luís Azcona (PA) tem denunciado a violação dos direitos humanos contra mulheres, adolescentes e crianças no arquipélago da ilha do Marajó, no norte do Pará, e o tráfico humano. Como bispo acompanhante da Comissão Justiça e Paz da CNBB Norte 2, Dom Azcona fez denúncias sobre a situação alarmante de exploração sexual na região e cobra do poder público providências. Pela sua atuação, é ameaçado de morte.
José Carlos Medeiros Nunes (RJ), o padre Quinha, nasceu em Petrópolis, sacerdote diocesano, é incentivador do Grupo Assistencial SOS Vida e da Pastoral da Aids na diocese de Petrópolis e fundador da Associação Oficina de Jesus. Atua em favor dos menos favorecidos - doentes, encarcerados e dependentes químicos. Fundou a Associação para cuidar dos dependentes de álcool e drogas e a Associação e fundou uma entidade de reciclagem, que gera renda para sustentar o acolhimento dos recuperados. Dá-lhes trabalho, visando a sua reinserção na sociedade.
Marcos Palmeira (RJ), ator, sua ligação com o campo vem desde a infância e, hoje, além de um exemplar fazendeiro de alimentos orgânicos - sua propriedade é referência no Brasil, em agricultura orgânica e sustentável -, o ator é produtor de documentários indígenas.
Mary Lúcia Xavier Cohen(PA), advogada, integra a Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB, a Comissão Estadual de Erradicação ao Trabalho Escravo e Comissão Justiça e Paz e da CNBB Norte 2. Tem se destacado na defesa intransigente dos direitos humanos da população mais desfavorecida no estado paraense.
Parabéns a todos principalmente a Dra. Mary Cohen pela iniciativa e força de vontade em melhorar a igualdade de um Brasil ainda tão desigual.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
SEMINÁRIO: Amazônia: Interações entre o local e o global - identidade, território e desenvolvimento
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE MARABÁ
FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DO ARAGUAIA-TOCANTINS
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE MARABÁ
FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DO ARAGUAIA-TOCANTINS
... ... "Nunca estaremos perdidos, ao contrário, venceremos,
se não tivermos desaprendido a aprender sempre"
(Rosa Luxemburgo)
SEMINÁRIO
Amazônia: Interações entre o local e o global - identidade, território e desenvolvimento
22 a 25/Nov/2011
Local: Auditório do Campus Universitário de Marabá
22/11/11 (terça-feira) – 18h30
Mesa de Aberttura: Profa. Hildete dos Anjos (Coord. do Campus Marabá), Prof. Wanderley Padilha (coord. do colegiado de Ciências Sociais), Celia Regina Congilio (Coordenação do evento).
22/11/11 (Quarta-feira) - 19h00
Conferência: Movimentos sociais, identidade e mudanças na América Latina
Prof. Pablo Regalsky (CEIDIS/CESU-UMSS/CENDA – Bolívia)
Coordenador: Prof. Cloves Barbosa (UFPA)
23/11/11 (Quarta-feira) - 19h00
Palestra: Mudança Social, Território e Identidade
Profa. Rosa Acevedo (UFPA - Belém)
Coordenador: Prof. Luis Saraiva (UFPA)
24/11/11 (Quinta-feira – 19h00
Mesa: Sindicalismo e Classes Sociais no Brasil Contemporâneo
Palestrantes: Profa. Paula Marcelino (USP-SP)
Coordenadora: Profa. Simone Contente (UFPA)
25/11/11 (Sexta-feira) – 19h00hs
Palestra: Estado e Dinâmicas de espacialização do capital
Palestrantes: Profa. Virginia Fontes (UFF-RJ)
Coordenadora : Profa. Edma Moreira (UFPA)
COMUNICAÇÕES
24/11/11 – 14h00 – 18h00 (GTs 1, 2 e 3).
25/11/11 – 14h00 – 18h00 (GTs.1, 2 e 3 ).
A ordem de apresentação será divulgada pelos respectivos coordenadores.
Encerramento – 25/11/11 – 22h00
Noite cultural: Seresteiros do Cabelo Seco
Primeiro bairro da cidade, nascida no encontro dos Rios Itacaiúnas e Tocantins, Cabelo Seco é uma área que necessita de cuidados, em virtude da ausência de políticas públicas e do abandono por parte dos poderes públicos. Por outro lado é também um local onde a diversidade das práticas culturais é apresentada como elemento de auto-identidade coletiva e expressa riquezas convidativas à aprendizagem e ao desenvolvimento intelectual.
Ali encontramos manifestações culturais de várias origens como o carimbó, as quadrilhas juninas, as festas do boi e do divino e antigos seresteiros que resgatam, através das suas músicas, não só a história local, mas expressões musicais que remetem ao encontro da cultura em gêneros difundidos pelas constantes interações entre o local e o global.
Inscrições:
1) Para quem estiver fora de Marabá:
- por Correio Eletrônico (Prof. Celia Regina Congilio – conborg@uol.com.br) – enviar recibo de depósito para inscrição e/ou trabalho a ser apresentado. Depósito: Banco do Brasil, Ag.0637-8; c/c: 57051-6.
2) Para os demais:
- enviar Comunicações para o Prof. Cloves Barbosa 2)(cloves.barbosa@uol.com.br) e fazer inscrições na Faculdade de Ciências Sociais, Campus de Marabá.
3) Prazos:
08/10/2011 a 15/11/2011 (com comunicações) – R$ 20,00
01/11/2011 a 20/11/2011 (sem comunicações) – R$ 10,00
Cota social para bolsistas IC, permanência e trabalho
Hoje faz 36 dias de greve no BASA e TST indefere liminar e declara não abusiva greve no Banco da Amazônia
Paralisação continua e bancários aguardam data do julgamento das questões econômicas
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) indeferiu nesta sexta-feira (28) o pedido de liminar feito pelo Banco da Amazônia e declarou não abusiva a greve dos funcionários da instituição. Dessa forma, continua a paralisação dos trabalhadores, que já dura 32 dias.
Os bancários agora aguardam o agendamento pelo Tribunal da data do julgamento das questões econômicas. A decisão foi da ministra Maria Cristina Irigoyen Peduzzi, vice-presidente do TST.
Na quinta-feira (27), aconteceu a audiência de conciliação no TST sobre o dissídio coletivo ajuizado pelo Banco da Amazônia. A Contraf-CUT e as demais entidades sindicais tentaram avanços na proposta do banco, mas sem êxito.
O banco não avançou em nada em sua proposta aos trabalhadores. Não evoluiu no custeio do Plano de Saúde e nem mesmo no prazo para a conclusão do Plano de Cargo e Salários, duas das demandas dos bancários. O nome do ministro Fernando Eizo Ono como relator do dissídio coletivo suscitado pelo banco.
"Os trabalhadores repudiam a atitude do banco de querer colocar fim à greve na instituição por meio do dissídio coletivo e reafirmam a convicção de que as vias democráticas, que contemplam a negociação entre bancos e entidades sindicais durante a Campanha Nacional da categoria, são o melhor caminho para a valorização dos trabalhadores e do banco", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.
FONTE: Contraf-CUT
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Sem conciliação no TST, dissídio do BASA vai a julgamento. Categoria continua firme na greve
Acabou há pouco, em Brasília, a audiência de conciliação do dissídio ajuizado pelo banco da Amazônia entre o Tribunal Superior do Trabalho (TST). Mantendo a mesma intransigência, o BASA não alterou a proposta e acabou sem acordo a audiência.
O Banco da Amazônia, na pessoa do diretor Antonio Carlos, apresentou a mesma proposta já antecipada na ação do dissídio e a única novidade seria um estudo para avaliar reembolso no plano de saúde. A COntraf-CUT propôs implementar (ao invés de avaliar) e o banco não aceitou. Mantido o impasse, acaba a conciliação e vai a julgamento, que deve ocorrer na próxima semana. O ministro relator é Fernando Eizo Ono.
A Contraf-CUT, na pessoa de seu presidente, Carlos Cordeiro, apresentou propostas, mas o Banco da Amazônia manteve o tom da intransigência, a mesma que levou um processo negocial para dissídio.
Amanhã é o 32º dia de greve no Banco da Amazônia e hoje o Sindicato dos Bancários promoveu um ato público bem diferente, cheio de humor, com distribuição de abacaxis e bananas, além de praticar o tiro ao alvo num banner com o Fora Abidias!
Leia mais detalhes aqui.
Para saber da tramitação do processo, clique aqui.
Heládia, Heidiany, Marco Aurélio, Cristiane e mais atrás, a humorista.
Quem acertasse o alvo, ganhava um abacaxi. E a distribuição de banana foi geral durante o ato público.
O Banco da Amazônia, na pessoa do diretor Antonio Carlos, apresentou a mesma proposta já antecipada na ação do dissídio e a única novidade seria um estudo para avaliar reembolso no plano de saúde. A COntraf-CUT propôs implementar (ao invés de avaliar) e o banco não aceitou. Mantido o impasse, acaba a conciliação e vai a julgamento, que deve ocorrer na próxima semana. O ministro relator é Fernando Eizo Ono.
A Contraf-CUT, na pessoa de seu presidente, Carlos Cordeiro, apresentou propostas, mas o Banco da Amazônia manteve o tom da intransigência, a mesma que levou um processo negocial para dissídio.
Amanhã é o 32º dia de greve no Banco da Amazônia e hoje o Sindicato dos Bancários promoveu um ato público bem diferente, cheio de humor, com distribuição de abacaxis e bananas, além de praticar o tiro ao alvo num banner com o Fora Abidias!
Leia mais detalhes aqui.
Para saber da tramitação do processo, clique aqui.
Heládia, Heidiany, Marco Aurélio, Cristiane e mais atrás, a humorista.
Quem acertasse o alvo, ganhava um abacaxi. E a distribuição de banana foi geral durante o ato público.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Banpará faz 50 anos. Audiência de dissídio do BASA é nesta quinta 16 h. Greve completa 30 dias
A greve do funcionalismo do Banco da Amazônia completa hoje 30 dias e cada dia mais forte. O banco ajuizou dissídio no Tribubal Superior do Trabalho - TST e a audiência é amanhã 27, às 16 horas, em Brasília. A Contraf-CUT e o Sindicato dos Bancários do Pará estarão presentes na audiência.
Banpará - Completa 50 anos o banco do estado do Pará, um dos raroz bancos que sobreviveu à metralhadora giratória de FHC para reduzir o tamanho do Estado, a partir dos bancos públicos. A mesma metralhadora por pouco não liquida ou privatiza o banco da Amazônia e só a luta e a resistência do funcionalismo, entidades sindicais e o povo amazõnico tiraram de rota essa pretensão tucana.
O Arte Bancária parabeniza o funcionalismo do Banpará que tem na genética a luta, a valentia, a generosidade. Lutamos muito, resistimos sempre e continuamos avançando na conquista de nossos direitos.
Parabéns, Banpará! Longa vida a esse patrimônio do povo paraense! E que continuem de mãos dadas a capacidade de luta e unidade dos bancários e bancárias do nosso querido Banpará!
(A foto magistral é de David Alves e foi feita no 1º dia de greve bancária este ano, a 27 de setembro).
Banpará - Completa 50 anos o banco do estado do Pará, um dos raroz bancos que sobreviveu à metralhadora giratória de FHC para reduzir o tamanho do Estado, a partir dos bancos públicos. A mesma metralhadora por pouco não liquida ou privatiza o banco da Amazônia e só a luta e a resistência do funcionalismo, entidades sindicais e o povo amazõnico tiraram de rota essa pretensão tucana.
O Arte Bancária parabeniza o funcionalismo do Banpará que tem na genética a luta, a valentia, a generosidade. Lutamos muito, resistimos sempre e continuamos avançando na conquista de nossos direitos.
Parabéns, Banpará! Longa vida a esse patrimônio do povo paraense! E que continuem de mãos dadas a capacidade de luta e unidade dos bancários e bancárias do nosso querido Banpará!
(A foto magistral é de David Alves e foi feita no 1º dia de greve bancária este ano, a 27 de setembro).
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