segunda-feira, 30 de maio de 2011

Bancos implementam reivindicação da Contraf-CUT para combater discriminação

 A Febraban anunciou pela imprensa e já colocou em seu site uma ferramenta de recrutamento online de trabalhadores, que atenderá a vários bancos inscritos no programa. Essa é uma das nove propostas apresentadas pela Contraf-CUT, federações e sindicatos nos debates da mesa temática de igualdade de oportunidades, para democratizar o acesso aos bancos e evitar qualquer tipo de discriminação nas contratações. É uma conquista importante dos bancários, embora a Febraban tenha feito o anúncio unilateralmente e omitido que a proposta partiu do movimento sindical.
"A proposta é fruto da mobilização, da negociação e da estratégia dos bancários na busca da igualdade de oportunidades nos bancos. Esse é um fato positivo, mas infelizmente a Fenaban, em vez de dar a resposta na mesa de negociação, preferiu fazer o anúncio via imprensa, de forma unilateral. Isso é ruim para o processo negocial", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.
"Aliás, queremos cobrar publicamente a Fenaban a retomar as negociações da mesa temática de igualdade de oportunidades", acrescenta Cordeiro. A rodada que estava marcada para o final de março foi cancelada pelos bancos e continua sem previsão de data de retomada.
Para a secretária de Políticas Sociais da Contraf-CUT, Deise Recoaro, a conquista dessa reivindicação "é resultado da mobilização dos sindicatos em todo o país, como a que fizeram por exemplo no dia 13 de maio, sob a bandeira Vamos Abolir a Discriminação e Promover a Inclusão. Essa conquista vai favorecer os excluídos, entre os negros e negras e pessoas com deficiência".
Construindo a igualdade de oportunidades
A Contraf-CUT apresentou na mesa temática nove propostas para combater as discriminações de raça, cor, orientação sexual e contra pessoas com deficiência. São elas:
1. Participação do movimento sindical nos programa de sensibilização de executivos, líderes e funcionário para os temas da igualdade de oportunidades.
2. Elaboração de um Plano de Cargos Carreira e Salário com critérios objetivos e transparentes como indicador de evolução de carreira.
3. Democratização do acesso às promoções por meio de editais ou informativos internos.
4. Garantia do retorno sem prejuízo para as gestoras em licença-maternidade, assim como para outros cargos e funções.
5. Ampliação da licença-paternidade para seis meses (biológico e adotivo) com base no princípio das relações compartilhadas.
6. Que conste da grade de treinamento de líderes e funcionários um módulo sobre a visão do movimento sindical no tema de igualdade de oportunidades.
7. Que a orientação sexual conste como indicador para o próximo senso.
8. Que o nível superior não seja critério para contratação.
9. Que os meios públicos de acesso às vagas (sites, publicações, imprensa, editais) sejam fonte privilegiada de recrutamento de pessoas com base nos indicadores de igualdade.

Fonte: Contraf-CUT

domingo, 15 de maio de 2011

Os trabalhadores e a questão dos correspondentes bancários.



Por Alan Rodrigues*

 
 
Recentemente o Banco Central do Brasil editou normas (res. 3954 e 3959/11) com o objetivo de regulamentar a contratação de correspondentes bancários pelas instituições financeiras brasileiras. Aparentemente afinadas com a política do governo federal de inclusão bancária da população, estas resoluções influem sobremaneira na sociedade e na forma de organização do sistema financeiro, além de gerar diversas repercussões no campo das relações de trabalho.
 
Antes de tudo, cabe lembrar que o objetivo inicial dos correspondentes bancários seria o de atender em alguns serviços básicos como abertura de contas, saques, depósitos e pagamentos de títulos, limitados a certo valor, praças desassistidas de agências bancárias, sendo inclusive necessário à suspensão do serviço do correspondente caso a localidade passasse a contar com posto de atendimento bancário (conforme res. 2.640/99).
 
A resolução 3.954/11 abre precedentes para que os correspondentes bancários possam vir a desempenhar praticamente qualquer atividade que hoje é desenvolvida nas agências bancárias, como exemplos, além das já citadas, comercializar cartões de crédito, operações de crédito, transferências bancárias, pagamentos de qualquer natureza, operações de câmbio, entre outras; parecendo criar, desta forma, certa confusão na sociedade tornando difícil e muitas vezes confusa a relação entre instituição financeira e seus correspondentes contratados.
 
Além disso, apesar do seu aparente caráter social de “inclusão bancária”, esta resolução traz uma série de atitudes nocivas aos trabalhadores, dando margem a um imenso processo de precarização das relações de trabalho, pois além da possibilidade de que praticamente qualquer tipo de sociedade possa exercer a função de correspondente, a nova resolução abre brechas para que os bancos e seus conglomerados possam criar as próprias empresas que atuem neste segmento. Na prática, isto significa que, ao invés de o banco aplicar um pesado investimento na abertura de uma nova agência, cumprindo todas as exigências para tal, ele poderá simplesmente contratar um correspondente, que comercializará praticamente todos os produtos e serviços oferecidos pela instituição.
 
Eis um baita negócio, reduz-se drasticamente os custos com instalações e infra-estrutura (por exemplo, correspondentes não precisam ter porta giratória detectora de metais),  aumenta-se a receita dos bancos, ampliando a oferta de produtos e serviços, evita-se custos com reclamações trabalhistas, e além de tudo isto, flexibiliza-se e precariza-se o trabalho, visto que, um comerciário recebe, em média, cerca de um terço do salário de um bancário, além dos demais direitos já conquistados em acordos coletivos. Além disso, estas resoluções parecem ameaçar seriamente a existência desta categoria que nos parece enxergar, no futuro, como um resumido grupo de controladores deste emaranhado de terceirizações e quarteirizações, que gerarão lucros cada vez mais fabulosos aos seus acionistas.
 
Cabe aos trabalhadores, assenhorar-se deste processo que tanto lhes diz respeito e não deixar que normas editadas por instituições que se preocupam, única e exclusivamente, com os interesses do mercado interfiram de forma tão cruel nas relações, já tão desiguais, entre trabalhadores e banqueiros. Esperemos também que o legislativo, que é quem de fato deve editar normas que influam diretamente nas relações de trabalho, sensibilize-se com a questão e leve, à sério, este debate à sua casa.


*Economista, secretário geral dos sindicato dos bancários do Pará e funcionário da Caixa Econômica Federal.

 

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Contraf-CUT discute combate à discriminação de bancárias com governo federal

Crédito: Agnaldo Azevedo
Agnaldo Azevedo A Contraf-CUT participou nesta quarta-feira, 4, de audiência com a Secretaria de Política para as Mulheres do governo federal, em Brasília, para discutir a situação da mulher bancária nas instituições financeiras. A representação das trabalhadoras foi recebida pela secretária de Articulação Institucional e Ações Temáticas da Secretaria, Maria Angélica Fernandes.

Estiveram presentes a secretária de Assuntos Jurídicos da Contraf-CUT, Mirian Fochi, a presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Juvandia Moreira Leite, e a presidenta do Sindicato dos Bancários de Pernambuco, Jaqueline Mello.

"Foi um encontro muito positivo, que marcou o início de um diálogo com o governo. Percebemos pontos de contato entre a visão do movimento sindical e a da secretaria no combate à discriminação de gênero nas empresas e em toda a sociedade", afirma Mirian. "Discutimos a criação de um cronograma de reuniões periódicas para podermos contribuir com os debates e potencializar as ações do ministério", completa.

"Levamos a pauta da mulher bancária, que envolve principalmente dificuldades de ascensão profissional e salários menores que os dos homens", disse Juvandia, após o encontro. "Existe um 'teto de vidro' que impede a chegada das bancárias aos cargos de chefia e ao alto escalão das instituições financeiras."

As trabalhadoras apresentaram dados do Ministério do Trabalho, que mostram que o salário médio das bancárias é 24% inferior ao dos bancários. A participação feminina nos cargos com maiores salários também é reduzida. Elas ocupam 53% dos cargos funcionais, mas apenas 19% das posições nas Diretorias e Superintendências.

A pesquisa Mapa da Diversidade, aplicada pelos bancos após muita pressão do movimento sindical, também foi apresentada ao governo federal. Segundo o levantamento, as mulheres ganham em média 78,6% do salário dos homens e esta diferença é registrada mesmo quando se considera cargos iguais, em todos os níveis. Dos cargos mais baixos, 53,3% são preenchidos pelas mulheres, enquanto as diretorias e superintendências são compostas em 81% por homens.

"A secretária recebeu nossas reivindicações e falou sobre os planos do governo para a mulher no Brasil. Ela lembrou que a Secretaria de Política para Mulheres assinou recentemente com a Fenaban um protocolo de intenções para estabelecer uma nova política de relações de trabalho entre os bancos e a mulher bancária", conta Jaqueline, destacando que a secretária se comprometeu a manter o diálogo aberto com os sindicatos.

Maria Angélica afirmou também que a Secretaria trabalha em conjunto com outros ministérios para que desenvolvam em suas respectivas pastas políticas prioritárias voltadas à igualdade de oportunidades, como independência financeira, que inclui igualdade salarial; infraestrutura e serviços públicos, cidadania e garantia de direitos, além de saúde e combate à violência.


Fonte: Contraf-CUT, com Seeb SP e Seeb PE

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Contraf-CUT discute combate à "saidinha de banco" com Fenaban nesta sexta (29)

27/04/2011

Escrito por: Contraf-CUT

A Contraf-CUT, federações e sindicatos realizam nesta sexta-feira, dia 29, às 15h, a segunda rodada da Mesa Temática de Segurança Bancária com a Fenaban em 2011. Um dos assuntos em discussão será o crime da "saidinha de banco", que tanto preocupa trabalhadores e clientes em todo país.

"Queremos discutir com os bancos medidas concretas para combater esse golpe, que começa dentro das agências e postos de atendimento dos bancos e tem causado mortes, feridos, pessoas traumatizadas e sensação de insegurança", afirma o secretário de imprensa da Contraf-CUT e coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária, Ademir Wiederkehr.

Na primeira rodada, realizada no dia 16 de março, a Contraf-CUT apresentou uma nova proposta, que é a isenção das tarifas de transferência de recursos (DOC, TED, ordens de pagamento, etc) para ajudar a enfrentar esse crime. Segundo Ademir, "além da ampliação dos equipamentos de segurança, a isenção dessas tarifas visa reduzir a circulação de dinheiro na praça e evitar que os clientes sejam alvo de assaltantes". Os bancos ficaram de analisar a reivindicação.

Acesso às estatísticas
Também estará em pauta o acesso primeira vez às estatísticas da Fenaban sobre ataques a bancos, conforme foi conquistado na Campanha Nacional dos Bancários de 2010 e previsto na cláusula 30ª da convenção coletiva de trabalho:

"Os dados estatísticos nacionais sobre ocorrências de assaltos e ataques, cujos roubos tenham sido consumados ou não, serão discutidos, semestralmente, na Comissão Bipartite de Segurança Bancária, referida na Cláusula 43ª desta Convenção".

Para Ademir, o conhecimento das ocorrências é muito importante para os bancários. "Há muito tempo, nós buscamos acesso aos números da violência nos bancos, como forma de contribuir na elaboração de propostas para prevenir assaltos e sequestros e proteger a vida de trabalhadores e clientes", destaca o diretor da Contraf-CUT.

Reunião do Coletivo Nacional de Segurança Bancária
Antes da negociação com a Fenaban, a Contraf-CUT promove, às 9h30, uma reunião do Coletivo Nacional de Segurança Bancária, na sede da entidade (Rua Líbero Badaró, 158 - 1º andar), em São Paulo.

"O objetivo é preparar os debates com a Fenaban e reforçar as iniciativas para garantir mais segurança nos bancos", conclui Ademir.
Fonte: CUT

segunda-feira, 25 de abril de 2011

2011 Razões para Marchar por Desenvolvimento Sustentável com Justiça, Autonomia, Liberdade e Igualdade.

 

4º edição da Marcha das Margaridas será lançada nesta terça (26) no Recife

A Secretaria Estadual de Mulheres Trabalhadoras da CUT-PE e a Diretoria de Política para as Mulheres da Fetape fazem nesta terça- feira, dia 26, às 15h, no auditório do Sindpd (Rua Bispo Cardoso Ayres, 111 - Boa Vista, no Recife), o  Lançamento da Marcha das Margaridas 2011 na Região Metropolitana do Recife.
A marcha das Margaridas se configura na maior mobilização realizada pelas mulheres trabalhadoras rurais e urbanas de todo Brasil, na luta por melhores condições de vida e de trabalho. Este ano a marcha entra na sua 4ª edição e traz como tema: 2011 Razões para Marchar por Desenvolvimento Sustentável com Justiça, Autonomia, Liberdade e Igualdade.
De acordo com a  secretária de Mulheres Trabalhadoras da CUT, Madalena Silva, este tema esta articulado com os eixos temáticos: Reforma Agrária e acesso das mulheres à terra; Soberania e segurança alimentar; Meio ambiente e agroecologia; Soberania energética; Participação, poder e democracia; Agricultura familiar, trabalho e organização produtiva; valorização do salário mínimo; saúde integral da mulher;desenvolvimento territorial.
“Juntas, somos mais fortes. É com este sentimento que contamos com a presença de todas e aproveitamos para dizer que no dia do lançamento estaremos constituindo uma Comissão de Preparação da Macha, envolvendo representações dos movimentos sociais presentes”, afirmou.
Além da CUT, estão engajadas na Marcha das Margaridas 2011, entre outras entidades: Movimento da Mulher Trabalhadora Rural do Nordeste, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, Coordenação dos Movimentos Sociais, Articulação de Mulheres Brasileiras, União Brasileira de Mulheres, Rede Social da América Latina e Caribe, Marcha Mundial das Mulheres e Confederação de Organizações de Produtores Familiares Campesinos e Indígenas do Mercosul Ampliado.
Fonte: CUT

Vale a pena repassar...

Um convite para o Comitê Gestor do Plano de Desenvolvimento Sustentável do Xingu

Ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) comandará o plano de desenvolvimento do Xingu. 
 Secretaria-Geral da Presidência da República está convidando entidades da sociedade civil a indicarem representantes para o Comitê Gestor do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRS-Xingu). Ao todo, serão 16 representantes – titulares e suplentes – de entidades sindicais dos trabalhadores urbanos, rurais e dos pescadores, movimentos sociais e organizações ambientais na área de abrangência do Plano. As entidades deverão enviar as indicações dos seus representantes até o dia 6 de maio de 2011. Clique aqui e participe.
O Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu foi instituído por decreto presidencial em outubro do ano passado. O objetivo é promover políticas públicas que resultem na melhoria da qualidade de vida da população que habita sua área de abrangência. Os municípios beneficiados, no Pará, são: Altamira, Anapu, Brasil Novo, Medicilância, Pacajá, Placas, Porto de Moz, Senador José Porfírio, Uruará e Vitório do Xingu.
A Casa Civil da Presidência da República é responsável pelo Comitê Gestor do PDRS-Xingu, que vai monitorar a execução do plano, elaborar o seu regimento interno e promover revisões periódicas. Além das entidades da sociedade civil, vão integrar o comitê cinco representantes do governo federal, do governo do estado do Pará e das prefeituras, representantes de entidades patronais do setor urbano, rural, do setor pesqueiro e da empresa Norte Energia; representantes de comunidades indígenas da região e da área de influência direta do empreendimento Belo Monte e um representante de instituição de ensino e pesquisa da região do PDRS-Xingu.

Seleção

A mensagem de solicitação da candidatura deverá ser enviada à Secretaria-Geral acompanhada de cópias digitalizadas do estatuto da entidade, da ata da última eleição de diretoria e da composição atual da diretoria. Serão aceitas inscrições efetuadas até o dia 6 de maio de 2011, as 18h. Após o recebimento das indicações, a Secretaria-Geral fará a seleção dos 16 nomes que comporão o Comitê Gestor baseado nos seguintes critérios: representatividade das entidades candidatas; garantia do contraditório e da efetividade dos debates; conhecimento da região pelas entidades candidatas e relação de interesse das entidades com o desenvolvimento social das populações menos favorecidas.
O resultado do processo de seleção será publicado da página da Secretaria-Geral até 10 de maio de 2011 e comunicado oficialmente às entidades por correio eletrônico.

Serviço

Inscrições – Até o dia 6 de maio de 2011 (18 horas)
Resultado – Dia 10 de maio de 2001
Informações: articulacaosocial@presidencia.gov.br ou no telefone (61) 3411-1709

domingo, 24 de abril de 2011

Uma ótima leitura para um dia de Páscoa e reflexão

O FRASCO DE MAiONESE E CAFÉ

Quando as coisas na vida parecem demasiado, quando 24 horas por dia
não são suficientes...Lembre-se do frasco de maionese e do café.
Um professor, durante a sua aula de filosofia sem dizer uma palavra, pega num frasco de maionese e esvazia-o...tirou a maionese e encheu-o com bolas de golf.

A seguir perguntou aos alunos se o Frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim.
Então o professor pega numa caixa cheia de pedrinhas e mete-as no frasco de maionese. As pedrinhas encheram os espaços vazios entre as bolas de golf.
O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim.
Então...o professor pegou noutra caixa...uma caixa cheia de areia e esvaziou-a para dentro do frasco de maionese. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o pofessor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam em unânime  "Sim !".
De seguida o professor acrescentou 2 xícaras de café ao frasco e claro que o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes nesta ocasião começaram a rir-se...mas repararam que o professor estava sério e disse-lhes:
'QUERO QUE SE DÊEM CONTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA
A VIDA'.
As bolas de golf são as coisas Importantes:
como a FAMÍLIA, a SAÚDE, os AMIGOS, tudo o que você AMA DE VERDADE.
São coisas, que mesmo que se perdessemos todo o resto, nossas vidas continuariam cheias.
As pedrinhas são as outras coisas
que importam como: o trabalho, a casa, o carro, etc.
A areia é tudo o demais,
as pequenas coisas.
'Se puséssemos  1º a areia no frasco, não haveria espaço para as pedrinhas nem para as bolas de golf.
O mesmo acontece com a vida'.
Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teríamos lugar para as coisas realmente importantes.
Preste atenção às coisas que são cruciais para a sua Felicidade.
Brinque ensinando  os seus filhos,
Arranje tempo para ir ao medico,
Namore e vá com a sua/seu namorado(a)/marido/mulher jantar fora,
Dedique algumas horas para uma boa conversa e diversão com seus amigos
Pratique o seu esporte ou hobbie favorito.
Haverá sempre tempo para trabalhar, limpar a casa, arrumar o carro... Ocupe-se sempre das bolas de golf 1º, que representam as coisas que realmente importam na sua vida.
Estabeleça suas prioridades, o resto é só areia...
Porém, um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representaria, então, o café.
O professor sorriu e disse:
"...o café é só para vos demonstrar, que não importa o quanto a nossa vida esteja ocupada, sempre haverá espaço para um café com um amigo. "
Fonte: Liliane Borges

sábado, 23 de abril de 2011

Gente desta parte com cultura é arte

Novo blog na área trazendo cultura e arte, quem assina e Ademir Braz, jornalista e poeta, pretende contribuir com os blogueiros e blogueiras trazendo muita cultura, pode contar com nosso apoio, estamos sempre abertos a companheiros que acreditam que possamos contribuir para evolução da nossa sociedade como bem comum, para acessar o blog clique aqui

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Banco do brasil em Bom jesus do Tocantins e invadido com bombas

Cena de terrorismo abala a cidade de Bom Jesus do Tocantins.
Dessa vez os bandidos foram mais audaciosos, jogaram uma bomba no Banco do Brasil de Bom Jesus do Tocantins cidade que fica a 66km de Marabá,conhecida como meia meia. Segundo informações dos moradores o banco foi todo destruindo, a senhora Rosa Santos moradora vizinha e proprietária de um mercadinho ao lado do banco, falou ao sindicato “todos acordamos com o barulho da bomba foi uma cena horrível, parecia que a cidade estava sendo destruída com bombas e tiros”, os assaltantes estavam em três caminhonetes e queriam levar o cofre da agência, felizmente a ação foi mau sucedida, o cofre não abriu, esta agência foi assaltada em outubro do ano passado e agora passa por esta cena temível de terrorismo, onde percebemos que estamos a mercê dos bandidos, onde a segurança bancaria e falha e frágil, falta investimento por parte do poder público, o interior fica descoberto e desprotegido. O sindicato esta tentando entra em contato com os funcionários, e irá fazer uma visita hoje a tarde para maiores informações.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Práticas ilegais e imorais acontecem todos os dias na caixa econômica federal em Marabá




Mais um dia utíl e os vendedores de vagas estavam apostos, isso mesmo, vendedores de vagas na fila da caixa econômica federal, não esperavam que fossem abordados pela reportagem do jornal barra pesada da RBA, há muito tempo pessoas vendem vagas da fila da caixa  em Marabá uma prática que se tornou quase normal, apesar de ser ilegal esta prática é constante principalmente nos dias de maiores concentração de pessoas, como em pagamentos de PIS ou bolsa familia, a movimentação aumenta pois a caixa de Marabá atende 10 municípios da região,os vendedores de vaga chegam a ganhar 300 por dia dependo das vagas vendidas, os primeiros lugares são mais caros já a partir do quinto pode ser comprado por vinte reais. A policia foi acionada para apreender os meliantes mais eles conseguiram fugir, agora todos os dias pela manhã a PMs da cidade irão para a agência na velha Marabá tentar organizar a fila do lado de fora e evitar que pessoas façam mau uso do que é direito de todos, um lugar na fila.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Supremo aprova piso de professores

Vitória histórica dos professores e da educação brasileira



Quarta-feira, 6 de abril, um dia histórico para a educação pública brasileira. A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4167, que contesta a Lei do Piso (11.738/08), impetrada por governadores de cinco estados foi votada hoje (06) no Supremo Tribunal Federal (STF) em julgamento que durou cerca de seis horas. Por 7 a 2 o STF decretou a constitucionalidade da Lei do Piso. A partir de agora, todos os estados e municípios deverão acatar o conceito de piso como vencimento inicial de carreira, sem a possibilidade de incorporar gratificações para a composição do valor.

Acesse as fotos do julgamento: http://twitpic.com/photos/CNTE_oficial

O piso dos professores é de R$ 1.187,97 mensais para 40 horas por semana, conforme estabelecido pelo Ministério de Educação.
Agora os juizes irão decidir sobre a constitucionalidade do percentual de 33% destinado ao estudo e atividades de planejamento de aulas.
Joaquim Barbosa fez questão tripudiar sobre cadáver tucano, ao afirmar:
Duvido que não haja um grande número de categorias de servidores, que não esta, que tenha rendimentos de pelo menos 10, 12, até 15 vezes mais que esse piso. Para essas categorias, jamais essas questões orçamentárias são levadas em conta”.
No estado do Pará nunca se alega  problema de caixa para aumentar salários de governador, secretários e deputados estaduais!!!esperamos que não haja resistencia para os professores.
fonte: cut

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Publicidade infantil e os limites da liberdade de expressão comercial

 
Uma criança deve ser vista como consumidora? Por Reinaldo Canto. Foto: Stockler/Folhapress
Por Reinaldo Canto
Pais e mães sabem que criar filhos é um desafio e tanto. Ainda mais no final da primeira década do século XXI existem alguns detalhes específicos cujos pais de antigamente, com certeza, não se defrontaram. Claro que os mais velhos vão dizer que esses desafios simplesmente se modificam e não podem ser feitas afirmações de que tal época foi mais difícil ou mais fácil do que outra.
Posso até concordar que a intensidade vai de cada endereço e de cada calo que se sentirá apertado, mas quando se refere aos apelos do consumo, plagiando o nosso ex-presidente Lula, “nunca antes neste país”, eles foram tão grandes.
Pense numa criança pequena sendo bombardeada por produtos na televisão, no DVD, no computador, no cinema, no supermercado, na casa do vizinho, na escola e sacrilégio maior, até na farmácia da esquina.  Todos eles expondo de maneira até desavergonhada, os personagens que apenas deveriam entreter e melhor ainda educar nossas crianças. Mas não, eles vendem de tudo! Desde salgadinhos pouco nutritivos, fast foods, pastas de dente e um sem número de bugigangas e quinquilharias de qualidade bastante duvidosa.
Trabalho Árduo
Entidades de defesa da criança e do adolescente como o Instituto ALANA já promoveram discussões e pesquisas sobre a urgente necessidade de se reduzir a exposição de crianças à publicidade. Trabalhos divulgados pelo Instituto, entre eles, os livros O que fazer para proteger nossas crianças do consumismo e Por que a publicidade faz mal para as crianças buscam orientar pais, familiares, educadores e interessados no tema, sobre o problema do consumismo infantil.  Veja: www.criancaeconsumo.org.br
Segundo a ALANA, “algumas empresas ainda não atentaram para o fato de que responsabilidade social envolve respeito à infância e continuam trabalhando na velha lógica do lucro”.
Reação e Oposição
Associações ligadas aos fabricantes de alimentos também têm se pronunciado e tomado algumas medidas para atender aos apelos de parte da sociedade que trabalha pela defesa da infância. São os casos da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) em conjunto com a Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) que já chegaram a estabelecer um compromisso para reduzir a exposição do público infanto-juvenil aos anúncios.  As duas entidades receberam o apoio de 24 empresas com forte presença no mercado de produtos dirigidos às crianças, entre elas, Nestlé, Sadia , Danone e Unilever.  A ideia central é que a publicidade, seja dirigida aos pais e não mais às crianças.
Na verdade, o que a associação representante do setor de alimentos está fazendo, é convencer as empresas associadas a seguir o exemplo do que já vem sendo aplicado, com total normalidade, em países da União Européia e pelos EUA.
Essas ações de autoregulamentação representam uma reação do mercado aos mais de 180 projetos de lei que coíbem e restringem a propaganda que tramitam no Congresso Nacional, parte desses projetos dirigidos à publicidade infantil.
No final do ano passado participei de evento promovido pela Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom) e tive a oportunidade de conhecer o Instituto Palavra Aberta , cujo mote principal de sua atuação é a defesa intransigente da liberdade de expressão comercial.
Essa entidade considera o caminho da autoregulamentação como o único possível para se evitar prejuízos à economia. Após defenderem a publicidade infantil, perguntei  se a organização defendia os direitos de consumidora da minha filha de quase 4 anos de idade.  A presidente-executiva do instituto, Patrícia Blanco, disse que sim e completou,  “cabe aos pais e não ao governo dizer o que os filhos devem assistir ou consumir”.
Vejo diariamente minha filha ser submetida aos apelos publicitários, nem sempre honestos e positivos.  Essa exposição obriga a nós pais a ter de administrar, além dos inúmeros desafios  que estão inseridos no contexto da educação de uma criança, uma infinidade de desejos por brinquedos, produtos alimentícios, etc. Posso afirmar que essa não é uma luta nada agradável!
Creio que é preciso, obviamente, um enorme cuidado com a regulamentação excessiva e com atos que possam ser classificados como censura. Concordo também com as diversas entidades ligadas a veículos de comunicação que não se deve tutelar a sociedade e tratar as pessoas de maneira “infantilizada”.  Por outro lado, sou absolutamente contrário a ideia do “deus mercado” como protagonista.
Todos os setores têm o direito e o dever de se pronunciar, debater e expor livremente suas posições. A livre iniciativa, a sociedade civil organizada, as autoridades públicas devem ter seus espaços de discussão preservados e amplamente divulgados. Agora, nessa mesma linha o direito à informação, inclusive sobre os efeitos nocivos de qualquer produto, precisa estar disponível ao consumidor.
Em relação à criança, ela é antes de mais nada, um ser em formação que precisa receber toda atenção e cuidados, dos pais, dos educadores, da sociedade e das autoridades públicas. O que menos interessa nessa sua fase delicada de desenvolvimento, é ser tratada como um mero comprador de produtos.
Nesse momento em que se procuram caminhos para se chegar ao almejado desenvolvimento sustentável, não me parece alvissareiro estimular uma nova geração consumista e oca de valores fundamentais. Consumo consciente já para as atuais e as futuras gerações!!
A Insustentável Estupidez Humana – Capítulo 1:
Recentemente foi desativada e destruída a Ciclovia da Estrada da Colônia que servia de ligação entre os bairros Vargem Grande e Colônia, com o centro de Parelheiros, no extremo sul da cidade de São Paulo.  Com 1,8 quilômetros de extensão, a ciclovia estava em funcionamento desde 2006 e fazia parte do cotidiano de um grande número de moradores da região.
E qual foi a razão para o seu fechamento? Segurança! O Ministério Público Estadual determinou à Prefeitura da capital, que a ciclovia fosse interditada até que fossem feitas adequações para melhorar a segurança dos ciclistas. A Prefeitura entendeu que deveria destruir suas pistas e assim foi feito.
O MPE nega que pediu a destruição da ciclovia, já a autoridade municipal diz que sim. O fato é que São Paulo contabiliza quase 2 quilômetros a menos de ciclovias e os ciclistas de Parelheiros e adjacências correm um enorme risco de acidentes, pois terão agora que disputar espaço com os carros para percorrer o mesmo trajeto.  Difícil não se indignar!!
A Insustentável Estupidez Humana- Capítulo 2:
Quero mandar um abraço para as duas motoristas que no último domingo, foram capazes de avançar com seus carros, quando atravessava na faixa de pedestres com minha filha de quatro anos no colo, na Rua Bela Cintra, região dos Jardins, em São Paulo.  A primeira me fez parar para não ser atropelado, já a segunda passou por trás e dirigiu alguns impropérios não totalmente assimilados dada a alta velocidade do veículo.
Como já fiz menção em artigo anterior, muito provavelmente essas mulheres motoristas, dentro da lógica da selva e da indigência mental, tiveram o único objetivo de me ensinar que atravessar a faixa de pedestres só deve ocorrer quando nenhum carro estiver se aproximando.
Pelo menos podemos ficar satisfeitos pelo fato de que algumas mulheres não poderem mais ser chamadas de sexo frágil.  Muito pelo contrário, suas atitudes raivosas e intolerantes invejariam a muitos trogloditas do sexo masculino. Parabéns sexo forte!
Fonte : carta capital

sexta-feira, 1 de abril de 2011

GOLPE DE 31/3 NOS BANCÁRIOS!!!!

BC inclui cooperativas como correspondentes bancários no país


O Banco Central divulgou, nesta quinta-feira (31/3), decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) sobre correspondentes bancários no país. Com isso, o CMN alterou norma que trata da contratação dos correspondentes bancários que tem por “objetivo preservar estruturas de atendimento de comprovada eficiência no atendimento prestado ao público”. Uma das novidades permite a contratação de cooperativas como prestadoras destes serviços.
COMENTÁRIO: E COMO DESGRAÇA POUCA É BOBAGEM, OS ÓRGÃOS DO GOVERNO FEDERAL SEGUEM NA ILEGALIDADE DE ALTERAR TODA UMA CATEGORIA PROFISSIONAL - OS BANCÁRIOS - ESVAZIANDO O TRABALHO E OS DIREITOS DA CATEGORIA, ATRAVÉS DE PORTARIAS E RESOLUÇÕES ILEGAIS, USANDO A DESCULPA DE SE TRATAR DE "BANCARIZAÇÃO" E FAVORECENDO OS BANQUEIROS EM PREJUÍZO DAS PESSOAS.


Fonte: Blog do Planalto/categoria bancaria

Enquanto fazendeiros conquistam creditos sem burocracia o pequeno agricultor e barrado na primeira triagem

Ministério Público Federal denuncia BB e BASA por conceder crédito para produtores irregulares no Pará

O Ministério Público Federal no Pará (MPF-PA) entrou nesta quinta-feira (31) na Justiça com ações contra o Banco do Brasil (BB) e o Banco da Amazônia (Basa) por terem concedido crédito a produtores rurais com irregularidades ambientais e trabalhistas.
O MPF argumenta que a concessão de crédito fere a Constituição, as leis ambientais e uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) que proibiu empréstimos para proprietários rurais com irregularidades fundiárias e que desmatassem sem autorização dos órgãos ambientais. Segundo os procuradores, a atuação dos bancos faz com que o desmatamento na Amazônia seja financiado com dinheiro público, de fundos constitucionais. Os processos citam estudos que mostram a relação entre aumento da oferta de crédito e avanço da devastação da floresta.
Durante a investigação – feita por amostragem nos dez municípios paraenses campeões de desmatamento – os procuradores encontraram carca de 100 empréstimos para fazendas com irregularidades ambientais e até trabalho escravo, que receberam R$ 8 milhões do BB e R$ 18 milhões do Basa. “Além dos 92 financiamentos irregulares detectados por amostragem, existem outras fortes provas do descontrole das instituições financeiras sobre o dinheiro que estão injetando na região amazônica”, de acordo com o MPF.
Nos processos, o MPF pede que os bancos sejam obrigados a pagar indenizações por danos coletivos e adotem mudanças imediatas nas políticas de concessão de crédito rural na Amazônia. As ações também preveem a suspensão dos financiamentos para os produtores com irregularidades e a realização de auditorias internas para avaliar quanto do desmatamento no Pará foi financiado com dinheiro dos bancos públicos a partir de julho de 2008, quando entrou em vigor a restrição do CMN.
Além dos dois bancos públicos, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) é réu nos dois processos. Segundo o MPF, o órgão fundiário foi ineficiente no controle e no cadastramento dos imóveis rurais do Pará. Os processos foram encaminhados para a 9ª Vara da Justiça Federal em Belém.
Fonte: DCI

quinta-feira, 31 de março de 2011

comando nacional discuti calendário nacional 2011

calendário da campanha nacional 2011

Reunido nesta quinta-feira 31 de março, em São Paulo, o *Comando Nacional aprovou a organização da Campanha Nacional 2011, definindo calendário e temas prioritários. Rosalina Amorim e Sérgio Trindade, presidenta e vice do Sindicato dos Bancários do Pará, participaram da decisiva reunião.
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Rufando os tambores
Até 26 de junho - Encontros estaduais dos funcionários do Banco da Amazônia 2 e 3 de julho - Congresso do Banco da Amazônia Até 3 de julho - Encontros estaduais dos funcionários do BB, da Caixa e do BNB 9 e 10 de julho - Congressos do Banco do Brasil, da Caixa e do BNB Até 24 de julho - Conferências regionais 30 e 31 de julho - 13ª Conferência Nacional dos Bancários, em São Paulo
Até 6 de agosto - Assembleias para aprovação da pauta de reivindicações 9 ou 10 de agosto - Entrega da pauta de reivindicações à Fenaban
Temas da 13ª Conferência Nacional
Emprego e remuneração Saúde do trabalhador e condições de trabalho Segurança bancária Sistema Financeiro Nacional
Quem integra o comando nacional *
Contraf-CUT// Fetrafi Rio Grande do Sul// Fetec Santa Catarina// Fetec Paraná// Fetec São Paulo//- Feeb São Paulo e Mato Grosso do Sul//- Feeb Rio de Janeiro e Espírito Santo// Fetraf Minas Gerais// Fetec Centro-Norte// Feeb Bahia e Sergipe// Fetec Nordeste// Seeb Porto Alegre// Seeb Florianópolis// Seeb Curitiba// Seeb São Paulo// Seeb Campinas// Seeb ABC// Seeb Rio de Janeiro// Seeb Belo Horizonte// Seeb Brasília// Seeb Campo Grande// Seeb Mato Grosso// Seeb Espírito Santo// Seeb Bahia// Seeb Sergipe// Seeb Alagoas// Seeb Pernambuco// Seeb Paraíba// Seeb Ceará// Seeb Piauí// Seeb Pará // Seeb Rondônia// Comissão de Empresa dos Funcionários Banco do Brasil// Comissão Executiva dos Empregados da Caixa Econômica Federal// Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco da Amazônia// Comissão de Empresa dos Funcionários do BNB.
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Igualdade de Oportunidades: porque é papel do dirigente sindical combater a discriminação
Também nesta quinta 31, em São paulo, a ContrafCUT lançou o Caderno de Igualdade de Oportunidades, publicação que traz dados, diagnósticos e diretrizes de atuação para o movimento sindical bancário no combate a toda forma de discriminação de gênero, de raça, de orientação sexual e de pessoas com deficiência dentro dos bancos.

A publicação sobre igualdade de oportunidades é a segunda da série Cadernos da Contraf-CUT (o primeiro foi sobre assédio moral), que tem o propósito de contribuir para a formação e qualificação dos dirigentes sindicais bancários sobre os temas mais importantes da agenda do movimento sindical.
Para Deise Recoaro (foto), secretária de Políticas Sociais da ContrafCUT, o caderno “ será um instrumento importante para continuarmos a combater todas as discriminações, na busca de um mundo mais justo e igualitário."
E o presidente da ContrafCUT, Carlos Cordeiro, complementou: "É papel de todo dirigente sindical se capacitar e lutar contra as discriminações, mesmo que ele não pertença a nenhuma dessas populações discriminadas", acrescentou Carlos Cordeiro, parabenizando a Comissão de Gênero, Raça e Orientação Sexual (CGROS) pelo papel importante que desempenha na formulação das políticas de igualdade de oportunidades.

fonte: arte bancaria

terça-feira, 29 de março de 2011

Para Contraf-CUT, mudanças trazem inquietação sobre futuro dos bancos públicos

As mudanças que estão sendo feitas nos bancos públicos geram um clima de insegurança e tensão entre os trabalhadores dessas empresas e trazem um ponto de interrogação sobre o papel que as instituições financeiras públicas devem desempenhar na gestão Dilma Roussef.
Para a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), não deveria haver mais espaço para dúvidas sobre a missão dos bancos públicos federais depois da atuação decisiva que desempenharam na contenção da recente crise financeira e econômica mundial. Atuando como agentes do governo, foram fundamentais para inverter a lógica que estava sendo imposta pelo mercado, mantendo ativo o fluxo de crédito, assegurando a continuidade do desenvolvimento econômico e social do país e gerando milhões de empregos em todos os setores e regiões.

Na verdade, no início da crise mundial, os bancos federais, especialmente o Banco do Brasil, hesitaram entre seguir o mercado privado e exercer seu verdadeiro papel de agentes públicos. Foi preciso o então presidente Lula demitir o presidente do BB na época para impor uma correção de rota.

O sistema financeiro hoje está indo na contramão dos compromissos da presidente Dilma Roussef de acabar com a miséria em seu governo. O Brasil é o campeão da desigualdade. E a rentabilidade recorde do sistema financeiro nacional, incluídos os bancos públicos, às custas das taxas de juros e spreads mais altos do mundo, é hoje o maior programa de concentração de renda.

A Contraf-CUT entende que, ao eleger Dilma Roussef, o povo brasileiro sinalizou com clareza o que espera do governo federal e dos bancos públicos: fomentar o crédito a taxas de juros e spreads justos, para assegurar a continuidade do desenvolvimento econômico e da inclusão social das dezenas de milhões de brasileiros que ainda vivem na miséria e na pobreza.

As direções dos bancos públicos federais devem, portanto, ser compostas por profissionais comprometidos com esse projeto, e não por pessoas ligadas ao mercado, com visão voltada para a competição e à busca da rentabilidade via enxugamento e encarecimento do crédito.
Preocupada com essa situação, a Contraf-CUT está solicitando audiência com o governo federal para apresentar sua posição com relação ao papel que os bancos federais devem cumprir no sistema financeiro. Devem ser indutores do desenvolvimento - e não meros competidores no mercado.

Fonte: Contraf-CUT

Morre o ex- vice presidente da República

José Alencar

José Alencar
José Alencar Gomes da Silva – Muriaé, 17 de outubro de 1931 — São Paulo, 29 de março de 2011.
Morreu hoje (29) em São Paulo, aos 79 anos, o ex-vice-presidente da República José Alencar. Mineiro de Muriaé, o empresário do setor têxtil que entrou para a política e transformou-se em vice do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava internado desde o início da tarde de ontem no Hospital Sírio-Libanês, pouco mais de dez dias depois de receber alta.
Alencar lutava contra o câncer desde a década de 90. Seu quadro agravou-se nesta semana, quando os médicos detectaram uma nova perfuração intestinal. O estado de saúde do ex-vice era grave ao ponto de impedir que fosse realizada uma nova cirurgia para tentar reverter o problema. Em novembro de 2010 e em julho de 2009, Alencar passou por três cirurgias para tratar o mesmo problema.
Ao longo dos anos, Alencar foi submetido a 17 cirurgias. A primeira delas foi em 1997, quando passou por um procedimento no rim e no estômago. Em 2002, passou por outra operação, na próstata. Desde 2006, foram vários procedimentos, todos eles para tratar o câncer no abdome. Uma das mais complicadas operações foi realizada no dia 25 de janeiro de 2009, quando o ex-vice-presidente ficou por 17 horas em uma sala de cirurgia para a retirada de tumores do local.
Conhecido por suas frases simples, honestas e objetivas, José Alencar emocionou todo o Brasil por sua força na luta incansável contra a doença. Relembre algumas frases do mineiro:
O político : ”Tenho consciência de que só sou vice-presidente graças a Lula. As pessoas não votam no vice, votam no candidato a presidente”.
O comerciante : “Queremos que as pessoas estejam sempre em condições de consumir e comprar o que precisam. Para isso, as taxas de juros precisam cair. O consumidor não pode ficar pagando essa taxa que paga. Isso atrapalha o desenvolvimento do país”.
A doença : “ Se Deus quiser me levar, ele não precisa de câncer pra isso. [...] Tudo indica que Deus não quer me levar agora”.

Contraf/Cut buscam igualdade de oportunidades

Contraf lança Caderno de Igualdade de Oportunidades, com debate, nesta quinta.

O lançamento do Caderno de Igualdade de Oportunidades da Contraf-CUT será marcado por um debate com a participação de Rosane Silva, secretária Nacional da Mulher Trabalhadora da CUT, do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), um dos articuladores da criação da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais), e de Frei David Raimundo Santos, filósofo, teólogo e fundador da Educação e Cidadania de Afrodescendetes e Carentes (Educafro). O evento acontecerá nesta quinta-feira, 31, às 9h, no auditório da Fetec São Paulo.

Parte da série Cadernos da Contraf-CUT, lançada em 2010, a publicação sobre igualdade de oportunidades traz dados, diagnósticos e diretrizes de atuação para o movimento sindical bancário no combate às discriminações e promoção da igualdade de gênero, raça, orientação sexual e pessoas com deficiência.

"Pretendemos contribuir com informações e análises sobre esse tema tão fundamental na agenda dos bancários e bancárias. Contamos com a presença dos sindicatos e federações para mais esse importante passo", afirma Deise Recoaro, secretária de Políticas Sociais da Contraf-CUT.

A dirigente da CUT, Rosane Silva, ressaltará a marcha das margaridas, considerada uma das principais mobilizações do sindicalismo rural brasileiro e do movimento de mulheres, que será realizada nos dias 16 e 17 de agosto, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

O deputado federal Jean Wyllys que, em seu primeiro discurso na Câmara já havia defendido o direito à união civil entre pessoas do mesmo sexo, abordará o projeto de criminalização da homofobia que tramita no Senado e a luta pelo encaminhamento na Câmara da PEC do casamento civil entre homossexuais, entre outros temas.

Já o fundador da Educafro, Frei David, irá tratar da questão racial e da inclusão dos negros nos bancos. Ele também participou da audiência pública, em que a Febraban apresentou os resultados do Mapa da Diversidade, representando os movimentos sociais.

"A publicação dos Cadernos faz parte dos esforços de nossa gestão para melhorar a política de formação de dirigentes nas entidades bancárias em todos os níveis, de sindicatos até a própria confederação", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT. O primeiro caderno da série focou o tema assédio moral e foi lançado em agosto de 2010. Já estão previstos cadernos sobre emprego e ramo financeiro.

O evento faz parte da programação do Comando Nacional dos Bancários, juntamente com a Comissão de Gênero, Raça e Orientação Sexual da Contraf-CUT (CGROS), e com os sindicatos filiados à entidade.

Fonte: Contraf/CUT

segunda-feira, 28 de março de 2011

SEXISMO AINDA PRESENTE...

As mulheres não são homens

*Boaventura de Sousa Santos



A cultura patriarcal tem uma dimensão particularmente perversa: a de criar a ideia na opinião pública que as mulheres são oprimidas e, como tal, vítimas indefesas e silenciosas. Este estereótipo torna possível ignorar ou desvalorizar as lutas de resistência e a capacidade de inovação política das mulheres.
No passado dia 8 de Março celebrou-se o Dia Internacional da Mulher. Os dias ou anos internacionais não são, em geral, celebrações.São, pelo contrário, modos de assinalar que há pouco para celebrar e muito para denunciar e transformar. Não há natureza humana assexuada; há homens e mulheres. Falar de natureza humana sem falar na diferença
sexual é ocultar que a “metade” das mulheres vale menos que a dos homens.
Sob formas que variam consoante o tempo e o lugar, as mulheres têm sido consideradas como seres cuja humanidade é problemática (mais perigosa ou menos capaz) quando comparada com a dos homens. À dominação sexual que este preconceito gera chamamos
patriarcado e ao senso comum que o alimenta e reproduz, cultura patriarcal.
A persistência histórica desta cultura é tão forte que mesmo nas regiões do mundo em que ela foi oficialmente superada pela consagração constitucional da igualdade sexual, as práticas quotidianas das instituições e das relações sociais continuam a reproduzir o preconceito e a desigualdade. Ser feminista hoje significa reconhecer que tal discriminação existe e é injusta e desejar activamente que ela seja eliminada. Nas actuais condições históricas, falar de natureza humana como se ela fosse sexualmente indiferente, seja no plano filosófico seja no plano político, é pactuar com o patriarcado.
A cultura patriarcal vem de longe e atravessa tanto a cultura ocidental como as culturas africanas, indígenas e islâmicas. Para Aristóteles, a mulher é um homem mutilado e para São Tomás de Aquino, sendo o homem o elemento activo da procriação, o nascimento de uma mulher é sinal da debilidade do procriador. Esta cultura, ancorada por vezes em textos sagrados (Bíblia e Corão), tem estado sempre ao serviço da economia política dominante que, nos tempos modernos, tem sido o capitalismo e o colonialismo. Em Three Guineas (1938), em resposta a um pedido de apoio financeiro para o esforço de guerra, Virginia Woolf recusa, lembrando a secundarização das mulheres na nação, e afirma provocatoriamente: “Como mulher, não tenho país. Como mulher, não quero ter país. Como mulher, o meu país é o mundo inteiro”.
Durante a ditadura portuguesa, as Novas Cartas Portuguesas publicadas em 1972 por Maria Isabel Barreno, Maria Teres a Horta e Maria Velho da Costa, denunciavam o patriarcado como parte da estrutura fascista que sustentava a guerra colonial em África. "Angola é nossa" era o correlato de "as mulheres são nossas (de nós, homens)" e no sexo delas se defendia a honra deles. O livro foi imediatamente apreendido porque justamente percebido como um libelo contra a guerra colonial e as autoras só não foram julgadas porque entretanto ocorreu a Revolução dos Cravos em 25 de Abril de 1974.
A violência que a opressão sexual implica ocorre sob duas formas, hardcore e softcore. A versão hardcore é o catálogo da vergonha e do horror do mundo. Em Portugal, morreram 43 mulheres em 2010, vítimas de violência doméstica. Na Cidade Juarez (México) foram assassinadas nos últimos anos 427 mulheres, todas jovens e pobres, trabalhadoras nas fábricas do capitalismo selvagem, as maquiladoras, um crime organizado hoje conhecido por femicídio. Em vários pa íses de África, continua a praticar-se a mutilação genital. Na Arábia Saudita, até há pouco, as mulheres nem sequer tinham certificado de nascimento. No Irão, a vida de uma mulher vale metade da do homem num acidente de viação; em tribunal, o testemunho de um homem vale tanto quanto o de duas mulheres; a mulher pode ser apedrejada até à morte em caso de adultério, prática, aliás, proibida na maioria dos países de cultura islâmica.
A versão softcore é insidiosa e silenciosa e ocorre no seio das famílias, instituições e comunidades, não porque as mulheres sejam inferiores mas, pelo contrário, porque são consideradas superiores no seu espírito de abnegação e na sua disponibilidade para ajudar em tempos difíceis.
Porque é uma disposição natural. não há sequer que lhes perguntar se aceitam os encargos ou sob que condições. Em Portugal, por exemplo, os cortes nas despesas sociais do Estado actualmente em curso vitimizam em particular a s mulheres. As mulheres são as principais provedoras do cuidado a dependentes (crianças, velhos, doentes, pessoas com
deficiência). Se, com o encerramento dos hospitais psiquiátricos, os doentes mentais são devolvidos às famílias, o cuidado fica a cargo das mulheres. A impossibilidade de conciliar o trabalho remunerado com o trabalho doméstico faz com que Portugal tenha um dos valores mais baixos de fecundidade do mundo. Cuidar dos vivos torna-se incompatível
com desejar mais vivos.
Mas a cultura patriarcal tem, em certos contextos, uma outra dimensão particularmente perversa: a de criar a ideia na opinião pública que as mulheres são oprimidas e, como tal, vítimas indefesas e silenciosas.
Este estereótipo torna possível ignorar ou desvalorizar as lutas de resistência e a capacidade de inovação política das mulheres. É assim que se ignora o papel fundamental das mulheres na revolução do Egipto ou na luta contra a pilhagem da t erra na Índia; a acção política das mulheres que lideram os municípios em tantas pequenas cidades africanas e a sua luta contra o machismo dos lideres partidários que bloqueiam o acesso das mulheres ao poder político nacional; a luta incessante e cheia de riscos pela punição dos criminosos levada a cabo pelas mães das jovens assassinadas em Cidade Juarez; as conquistas das mulheres indígenas e islâmicas na luta pela igualdade e pelo respeito da diferença, transformando por dentro as culturas a que pertencem; as práticas inovadoras de defesa da agricultura familiar e das sementes tradicionais das mulheres do Quénia e de tantos outros países de África; a resposta das mulheres palestinianas quando perguntadas por auto-convencidas feministas europeias sobre o uso de contraceptivos: “na Palestina, ter filhos é lutar contra a limpeza étnica que Israel impõe ao nosso povo”.
*Boaventura de Sousa Santos é sociólogo e professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (Portugal).
Fonte: http://www.cartamaior.com.br/

terça-feira, 22 de março de 2011

Dia Mundial da Água


Água : um bem natural que deve ser preservado.
dia mundial da água

O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.
Mas porque a ONU se preocupou com a água se sabemos que dois terços do planeta Terra é formado por este precioso líquido? A razão é que pouca quantidade, cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável (própria para o consumo). E como sabemos, grande parte das fontes desta água (rios, lagos e represas) esta sendo contaminada, poluída e degradada pela ação predatória do homem. Esta situação é preocupante, pois poderá faltar, num futuro próximo, água para o consumo de grande parte da população mundial. Pensando nisso, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver tal problema.
No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a “Declaração Universal dos Direitos da Água” (leia abaixo). Este texto apresenta uma série de medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.

Mas como devemos comemorar esta importante data? Não só neste dia, mas também nos outros 364 dias do ano, precisamos tomar atitudes em nosso dia-a-dia que colaborem para a preservação e economia deste bem natural. Sugestões não faltam: não jogar lixo nos rios e lagos; economizar água nas atividades cotidianas (banho, escovação de dentes, lavagem de louças etc); reutilizar a água em diversas situações; respeitar as regiões de mananciais e divulgar idéias ecológicas para amigos, parentes e outras pessoas.